Retrospectiva 2018: Quais foram seus jogos favoritos desse ano?

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Retrospectiva 2018: Quais foram seus jogos favoritos desse ano?

Mensagempor Prinny » Seg, 24 Dez 2018, 15:12

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Olá, olá, olá, oi, oi.

Esse foi um ano bem estranho em um geral né? Aconteceu um monte de coisa ruim, o ano parece que não acabava nunca E EU NÃO AGUENTO MAIS ESSE CALOR AAAAAAAAAA

tosse

Mas, acho que podemos dizer que foi um ano bem interessante pra indústria dos joguinhos. Tivemos muitas coisas boas, muitas coisas ruins, muitas coisas que eu não ligo e muitas coisas que eu queria esquecer.

Diiito isso, trago esse tópico pra impedir mais um pouquinho a morte total do fórum com a pergunta: *Quais foram os gaymes™ que vocês mais gostaram nesse catastrófico ano de 2018?*. Nada de top 5 ou top 10, o que vocês gostaram no geral mesmo. Se sintam livres pra montarem as próprias regras das suas listinhas. E aqui vai a minha, sem uma ordem exata porque isso é difícil.

Final Fantasy X
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Listen to my story. This may be our last chance.

Sem dúvidas é um dos meus Final Fantasies favoritos. A história é excelente, tem um tom emotivo na medida certa. Os personagens são todos muito bem carismáticos, cada um deles é bem especial E TIREM OS OLHOS DA MINHA YUNA.
A OST é incrível, o sistema de batalha é simples mas divertido, e amo os mini games (Blitzball é um vício, sério). Sinceramente a linearidade não me incomodou nada.
(E parem de falar que o jogo tem uma dublagem ruim usando a cena da risada do Tidus, que apesar de ridícula é ridícula de propósito).

Portal 2
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Oh GLaDOS, sinto sua falta.

Ai Portal. Depois de um primeiro jogo ótimo, é claro que a sequência seria incrível né. Os puzzles estão ainda mais geniais. O multiplayer foi uma coisa ótima. E os diálogos, oh boy estão ainda ainda melhores. GLaDOS está ainda ótima como vilã, e apesar de ter alguns problemas em como o Wheatley foi tratado, ele ainda é um personagem ótimo e ver ele interagindo com a GLaDOS é fenomenal. Perde seu tempo não e joga aí.

Steamworld Dig 2
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Ainda não sei reagir aquele final.

Steamworld Dig foi uma das maiores surpresas vindo de indies pra mim. É incrível como os desenvolvedores da Imageandform conseguiram fazer um jogo que parece simples assim, mas é tão profundo. O sistema de cavar e coletar recursos está ainda melhor e mais viciante, a OST é INCRÍVEL (gente o El Huervo do Hotline Miami está nela pra vocês verem), Dorothy é um amorzinho de personagem e a história está ainda melhor. Não poderia recomendar mais, aproveitem a sale de inverno na steam e comprem. Não vão se arrepender.

Disgaea 5
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Eu ainda estou jogando, send help.

O jogo que mais joguei esse ano. Sempre amei os jogos da série e com esse não foi diferente. Viciante é o que mais define os jogo pra mim. Sei lá, tem algo muito prazeroso em chegar ao level 9999, voltar pro level 1 e ir ao 9999 de novo só pra ganhar mais uns milhões nos status. E adoro como o jogo é abrangente pra dois tipos diferentes de público. Quer jogar como um RPG tático normal? Beleza, joga aí. Quer aproveitar tudo que o jogo tem a oferecer? Beleza, gasta umas 300 horas aí. É a definição perfeita de um JRPG tático sandbox. Tenho que me segurar pra não gastar mais umas 500 horas nos jogos.

Hollow Knight
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Até consigo escutar o tema de City of Tears.

Talvez, o melhor jogo que joguei esse ano. Nem tenho muito o que falar que já não falaram. É chocante como apenas 3 pessoas conseguiram fazer esse jogo imenso, bonito e coeso. Eu não queria parar de jogar, foi uma ótima experiência mesmo com alguns probleminhas leves.

Menções honrosas:

Dandara: O melhor indie brasileiro que já joguei, fico triste que ele não recebeu o reconhecimento que merece.

Shovel Knight: Specter of Torment: O melhor até agora das 3 campanhas. Adorei a jogabilidade assim como a história mais séria.

Paper Mario The Thousand Year Door: Personagens complexos, história interessante, jogabilidade ótima um charme que só os RPGs de Mario tem. Só podia ser menos linear.

Metroid Prime 3: Mesmo com uns probleminhas, foi uma ótima conclusão para trilogia Prime. Os Hunters são ótimos, adoro os 3.

Mega Man 9: A princípio, achei o jogo muito estranho. Mas vendo o ótimo level design, a dificuldade alta mas viciante, melhores poderes da série e uma OST fantástica, tive que admitir que ele é o meu Mega Man favorito. Mesmo com o final boss sendo péssimo.

É isso aí. Mas e vocês? Quais foram os melhores jogos que jogaram esse ano? Digam aí

Até logo.
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Mensagempor Marcio Mew » Seg, 24 Dez 2018, 15:47

Ótimo tópico

Pior que não joguei quase nada esse ano, joguei KH BBS que adorei, rejoguei Disgaea 1 no PS2 e lembro que teve um dia que joguei por mais de 12 horas, Pokémon AS que completei a Natdex, Europa Universalis que comecei uma campanha com o império Asteca e o 100% Orange Juice que estou adorando e enchendo o saco do pessoal pra pegar e jogarmos com call no Discord.

Fora esses só uns joguinhos que não fui tão longe como Sonic Mania, Kono Oozora ni Tsubasa wo Hirogete (Cheguei perto do fim mas não terminei, quem sabe em breve), Eiyuu Densetsu Sora no Kiseki The 3rd (Que joguei um pouquinho só), Zelda ALBW que tmb não terminei, rejoguei Gensou Suikoden Tierkreis mas não cheguei a fechar e umas campanhas que não levei até o fim em Civ III e IV.

De jogo que iniciei e terminei esse ano diria que o meu preferido foi KH BBS pq foi minha primeira vez jogando e eu fechei 100% mas em geral não teve nenhum que não gostei, só uns que me agradaram mais e outros me agradaram menos, mas nenhum ruim.
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SPOILER

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Mensagempor Mother_Mazza » Seg, 24 Dez 2018, 20:03

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Soul Sacrifice Delta


Atualmente, o meu game predileto. Ele é um Action-RPG de caça aos moldes de Monster Hunter, mas totalmente focado em batalhas e administração de itens. Ao contrário de outros títulos do gênero, seus meios de ataque são recursos limitados (Oferendas), então, é necessário pensar no que será feito antes e durante os confrontos com muito carinho.

A estética e o lore que envolvem jogo são muito interessantes e lembram algo similar a Dark Souls, Berserk e contos de fada em geral. Algumas das histórias contadas sobre os personagens emocionam bastante, e, na minha opinião, duas em especial podem ou não derramar algumas lágrimas no rosto do jogador.

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(My bad, a screenshot antiga era do Hacker's Memory. Só percebi isso mais tarde. :hehe: )

Digimon Story: Cyber Sleuth


Meu maior vício esse ano. Enquanto ele está longe de ser perfeito, senti que esse foi um mega presentaço da Bamco para fãs da franquia como eu. Fiquei muito boba com alguns dos cuidados que esse jogo teve:

- Há muitos Digimons para encontrar e digivolver, sendo que cada um possuí uma boa quantidade de animações;

- História bem feita e um pouco mais séria que a maioria dos animes e games, lembrando mais ou menos Digimon Tamers;

- O sistema de batalha é simples, sem firula e similar a Pokémon, mas bem viciante. Algumas boss battles também são muito desafiadoras;

Meu único porém com o game é reuso de assets. A verba pequena do jogo fica bastante óbvia quando você vê o mesmo design sendo reusado várias vezes para missões e locais diferentes.

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Spark the Electric Jester


Uma surpresa muito agradável. Não costumo a ser muito fã de games que se baseiam demais em suas inspirações (nesse caso, O Sonic clássico e um pouquinho de Kirby), mas a jogabilidade e trilha sonora do jogo são tão boas que acabei gamando demais nele. Inclusive, digo que esse jogo superou os títulos de sua referência em algumas coisas.

Menções Honrosas:

- Sonic Mania
- Final Fantasy Tatics A2: Grimoire of the Rift
- Shining Force
- Day of the Tentacle Remastered
- The Sly Collection
- Oreshika: Tainted Bloodlines
- Dragon's Crown

etc. Joguei muita coisa boa esse ano, mas confesso que não lembro de quase nada. :hehe:
Editado pela última vez por Mother_Mazza em Seg, 24 Dez 2018, 22:02, em um total de 1 vez.
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Mensagempor Sheik » Seg, 24 Dez 2018, 20:28

Tem o tópico do link do ano passado?
Só para eu n confundir Dezembro e Janeiro :v
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PSN, Live, Steam e NNID

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Mensagempor Star Kirby » Seg, 24 Dez 2018, 23:39

Passando aqui depois de sabe-se lá quantos meses sem aparecer no fórum porque achei a ideia do tópico legal e tava morrendo de vontade de falar sobre alguns dos jogos que eu joguei nesse ano -q

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Persona 3 Portable:
(eu não tenho PS2, então só tive como jogar a versão de PSP mesmo)
Eu nunca havia jogado antes nenhum jogo de Shin Megami Tensei, e muito menos Persona, então joguei Persona 3 praticamente sem expectativas pra nada, só por pura curiosidade mesmo, e eu sinceramente não esperava que eu fosse gostar tanto assim do jogo.

Adorei a história, a música é fenomenal, Tartarus é uma merda, mas mesmo assim eu gostei do sistema de batalha e do sistema de Personas que o jogo tinha, mas ainda admito que a parte que mais me prendeu no jogo foi durante as partes que você precisava socializar com os personagens. Uma das coisas que eu mais gosto no quesito da história de um jogo é a parte dos personagens, da personalidade de cada um, do desenvolvimento que os personagens tem, etc., e Persona 3 realmente não me decepcionou nesse quesito, mesmo que nem todos os personagens do jogo sejam bons.

Eu até admito que eu rushei o jogo um pouco perto do fim (já que eu não esperava nem um pouco que esse troço fosse durar mais de 70 horas), mas ainda adorei a maneira como o jogo acabou, e honestamente eu fiquei com a sensação de que tinha jogado algo realmente especial. Eu joguei Persona 3 ainda no começo desse ano (fui zerar ainda no comecinho de Fevereiro), mas mesmo assim acho que posso provavelmente considerar ele o melhor jogo que eu joguei em 2018, e certamente um dos melhores que eu já joguei na vida.

Eu ainda digo que ele apenas provavelmente foi o melhor que joguei em 2018 por causa do lançamento de um outro certo jogo que também me deu a sensação de ter jogado algo especial ao final de tudo.



Kirby Star Allies:
Acho que não tem muito a necessidade de eu ressaltar o quão eu gosto da franquia Kirby por aqui. Esse jogo eu zerei mais ou menos na metade do ano, só que jogo até hoje (estava jogando ele algumas horas atrás inclusive).

Como alguém que passa uma quantidade não muito saudável de tempo com jogos, esse jogo tá longe de ser perfeito, e a princípio ele tinha uma quantidade bem considerável de defeitos, ao ponto de até alguém como eu conseguir me sentir incomodado com eles. Falando especificamente do Story Mode, ele tentou focar em multiplayer co-op, e como resultado disso terminou tendo um level design drasticamente mais simples e desinteressante que seus antecessores. Várias mecânicas foram removidas tanto nas fases quanto nos Bosses, a temática das fases muitas vezes é genérica, a dificuldade é estupidamente simples, e o jogo sinceramente tinha uma quantidade questionável de conteúdo considerando o preço que ele custava.

Porém, como alguém que, como já claramente ressaltado antes, adora imensamente os jogos da franquia Kirby, esse jogo foi genuinamente algo especial. Dream Friends. Eles são basicamente personagens adicionados nos 3 updates (que, só pra ressaltar, foram todos completamente de graça) que servem como "representantes" de todos os jogos principais de toda a franquia Kirby (incluindo o próprio Star Allies btw), e eles são algumas das melhores formas de fanservice que eu já vi, cada um possui um moveset quase que completamente único que representa perfeitamente bem o jogo de origem de cada um, as campanhas deles no modo Guest Star possuem não apenas recriações do layout de diversas fases dos jogos de onde eles vem (mesmo que o jogo de origem tivesse um estilo de level design completamente diferente do normal), como também fases novas que possuíam level design genuinamente ótimo (bem melhor que o que o Story Mode possui), e tudo isso acompanhado de inúmeros remixes fantásticos de músicas de diversos jogos da franquia.

O sistema de updates que o Star Allies focou bem em tentar agradar quem já era fã da franquia, e ele não poderia ter feito isso de forma mais perfeita. Eu poderia passar a noite toda falando de tudo de espetacular que foi adicionado nesses updates, como Heroes of Another Dimension (que teve um dos melhores level designs que eu já vi na franquia toda, e certamente os Bosses mais difíceis), ou da estupidamente difícil Soul Melter EX, e de seu Final Boss...

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...mas acho que eu já escrevi meio que demais sobre isso não sei nem se alguém chegou a ler essa muralha até aqui.

Algumas menções honrosas de outros ótimos jogos que eu joguei esse ano:
-Super Mario Odyssey (eu quase que ia escrever sobre esse, só que fiquei com preguiça, e tbm acho que os outros 2 foram mais especiais pra mim)
-Final Fantasy V
-Diversos jogos da franquia Street Fighter
-Mega Man & Bass
-Yume Nikki
-Doki Doki Literacture Club (sim)
-Metroid Fusion
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Re: Retrospectiva 2018: Quais foram seus jogos favoritos desse ano?

Mensagempor Arthimura » Ter, 25 Dez 2018, 14:09

Vou postar o os jogos que considero mais "importantes", independente de terem entrado nos meus favoritos desse ano ou não.

No More Heroes: Heroes' Paradise - Continuando a minha saga dos jogos do Suda51, terminei o NMH. Muito bom, o jogo é muito bem humorado e é muito fácil de desenvolver empatia pelo Travis. O gameplay também vai ficando melhor conforme o jogador avança no jogo e desbloqueia novas habilidades.

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Monster Hunter World - Meu primeiro MH, joguei umas 80~90 horas. Joguei de katana, gostei bastante, só o endgame e co-op que não me cativaram, e esperava que fosse algo mais Soulslike ou Dragon's Dogma like. Porém foi uma ótima experiência e pretendo jogar a expansão se tiver uma quantidade justa de conteúdo inédito.

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The Legend of Zelda: Breath of the Wild - Deve ter sido a minha maior decepção gamística da vida inteira. Prometeram tanto e o jogo é no máximo ok, deixando a desejar em tudo.
É muito artificial a idolatria que o jogo recebe.

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Uncharted 2: Among Thieves - Divertidíssimo, conseguiu superar o primeiro, que é um jogo que gostei demais.

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Hatsune Miku: Project DIVA f - Muito bom e viciante, platinei o jogo. Gostei das músicas e dos desafios de mecânica. Só a parte de amizade com os Vocaloid que não gosto.

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World of WarCraft: Battle for Azeroth - Foi divertido fazer a história dos mapas, de resto é pura decepção. Espero nunca mais cair no hype desse jogo. Acho que finalmente caiu a ficha que a Blizzard não é a mesma de antes.

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Marvel's Spider-Man - Jogo fantástico, joguei compulsivamente até terminar. Melhor jogo do Spidey.

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Bloodborne - Uma verdadeira obra prima altamente lovecraftiana. Como veterano da série Souls, digo que conseguiu no mínimo empatar com o Demon's Souls, que considerava até então o melhor jogo da série Soulsborne. Jogo base e sua DLC devidamente platinados, apesar de achar que ia enlouquecer em algumas Chalice Dungeons.

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God of War - Se você jogar só a história, é um jogo muito bom. Se platinar no Give Me God of War, aí sim é uma obra prima. Fazer todo o endgame e lutar contra as Valquírias foi muito marcante, a luta contra a Sigrun entrou pra história das bossfights mais difíceis, ansioso pra uma sequência.

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God of War - Após o God of War (2018) passei a me interessar pela série, então estou jogando os jogos antigos pra conhecer mais da história e da lore. Gostei bastante, mas o Kratos era muito filho da puta no passado. Assisti um documentário curto sobre a produção do jogo que vêm junto, e dá até uma nostalgia ver os escritórios, as pessoas e o estilo geral da época. Eram tempos mais simples.

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Menções honrosas de jogos que comecei e que não terminei, que teriam potencial de entrar na lista: Red Dead Redemption 2, Hollow Knight, DOOM (2016), Gravity Rush.

No geral foi um ano muito divertido, consegui zerar tanto lançamentos quanto jogos mais antigos que ainda não tinha jogado. Único ponto é que os lançamentos nipônicos desse ano foram bem fracos. Mas ano que vêm aparentemente estaremos bem servidos com o Sekiro: Shadows Die Twice, Devil May Cry 5, Resident Evil 2, sem falar nos jogos ocidentais já previstos.
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Mensagempor Crash10 » Qua, 26 Dez 2018, 01:08

Esse ano num geral foi beeem inativo pra mim na questão de jogos. Joguei bem pouco por pura falta de disposição (e também porque eu comecei a ver mais filmes do que em anos anteriores, foi um ano ótimo nesse sentido). Mas ainda assim joguei uns jogos bem legais ao longo do ano. Só vou listar os que terminei pela primeira vez esse ano. Sem nenhuma ordem específica, lá vai:

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Comecei essa trilogia em 2016, e não é a toa que mal joguei outra coisa até terminar. Metroid Prime 3: Corruption tinha seus problemas (o combate só chegava no seu potencial máximo na dificuldade mais alta), mas os produtores souberam como criar um clímax ótimo, amarrando bem as temáticas, mecânicas, narrativas e estéticas vistas ao longo dos anos. Uma conclusão mais que satisfatória.

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Zerar um jogo 3 vezes consecutivas não é usual pra mim, mas Sonic Mania me faz querer jogar mais. Dei uma maneirada, porém, porque se não jogaria menos jogos ainda esse ano. Jogo fantástico, melhorou o gameplay dos clássicos (o que é bem difícil, apesar de Sonic 3 & Knuckles ter seus pontos baixos). A trilha sonora é fantástica, o fator replay é forte e o visual é surpreendente pra um jogo usando pixel art. Mais fases originais e uma história mais bem contada deixariam o jogo perfeito. Quero comprar a DLC quando possível.

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Um jogo que eu estava devendo terminar faz muito tempo (tipo anos), Mario & Luigi: Partners in Time. Apesar de ter mais padding do que precisa, o gameplay é super divertido e bem acessível pros padrões de RPGs, fora os ótimos diálogos e os visuais bem charmosos. Acho que faria bem um remake pra amarrar as pontas soltas, mais do que o Superstar Saga e o Bowser's Inside Story.

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Acho que lembram quando eu me prendi no mundo de neve nesse jogo, rs. Mas Donkey Kong Country foi um ótimo jogo, só a primeira fase com o carrinho de mina que achei injusto, o resto foi difícil mas bem feito. Fora o cuidado extremo (ao menos pra época) com a imersão, com a ótima trilha e visuais. Um ótimo jogo, e logo logo vou jogar as sequências.

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Continuando no SNES; onde esse ano eu tomei mais tempo para conhecer, continuei a explorar a série da Samus pelo Super Metroid, que eu acabei exatamente no dia de Natal (por que não?). Gostei mais do estilo dos Prime num geral, mas esse jogo ainda tem suas vantagens, como uma pacing mais rápida e uma storytelling mais visual que escrita. Outro ótimo jogo, jogarei o Fusion e o Zero Mission eventualmente.

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Continuando nos Metroidvanias, também conheci Steamworld Dig esse ano. Jogo com muitas das qualidades do Super e sem os problemas como algumas dificuldades nos controles. Também tem umas ideias bem criativas na execução e um charme próprio nos visuais e personagens. É baratinho na Steam e roda em quase qualquer PC, recomendo fortemente.

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Um jogo bem inusitado que eu quis tentar, Rhythm Heaven Fever é bem diferente do que eu costumo jogar, mas foi uma experiência bem divertida. Eu tenho bem pouca habilidade com jogos rítmicos no geral, mas o humor e, claro, a música me fizeram continuar a jogar. Me surpreendi.

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Quando falam que este é um dos melhores platformers da era 32/64-bit, eu acho que posso concordar. O remake de Rayman 2; Rayman: Revolution, tem gameplay extremamente sólido, visuais únicos e uma trilha cativante, além de uma interessante narrativa. As melhorias do remake também são ótimas, acho que foi um belo jogo.


Este ano joguei alguns dos maiores clássicos da indústria, jogos que marcaram gerações. Mas nada atingiu o nível de maestria, de cuidado e de qualidade, quanto um certo jogo que zerei esse ano:


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Uma obra prima atemporal, Cars 2: The Video Game nos faz lembrar o que nos faz fãs de jogos. Nada atinge tamanho pico de qualidade.
Tudo bem era brincadeira. Mas foi um joguinho divertido. Nada mal para o padrão de jogos de filmes.


Farei menção honrosa a Mario Kart Wii, Kirby's Return to Dreamland, Metroid Prime 2: Echoes e Super Smash Bros. Brawl. Todos ótimos jogos que se eu já zerei em anos anteriores mas continuei a jogar este ano. Estou jogando atualmente Super Mario World, e acho que não vai dar tempo de terminar até o fim do ano. Se tiver talvez eu edite meu post. Tomara que alguém tenha lido tudo isso.
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Por Pedrock

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Mensagempor Pedrock » Qua, 26 Dez 2018, 20:01

Assim como o Crash, vou colocar jogos que joguei pela primeira vez somente esse ano, caso contrário minha lista vai ser basicamente uma dos melhores jogos que já joguei.

Meu plano inicial no começo do ano era focar mais em jogar o que eu ainda não havia jogado antes, ou nunca terminado ou que eu havia zerado há muuuuito tempo. Não fui muito longe com isso, mas acho que consegui equilibrar um pouco. Rejoguei bastante jogos no meio do ano, alguns no começo, mas por volta do fim acabei jogando coisas novas.

Luigi's Mansion

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Depois de anos reclamando de como Dark Moon foi um dos jogos mais decepcionantes que já joguei da Nintendo, somente no fim desse ano que me bateu a vontade de jogar o original. Os portrait ghosts são geniais, a personalidade que cada um deles possui é ótima e contribui muito pro charme do jogo. Os cômodos da mansão são bem interessantes, e o jogo tem uma quantidade até que surpreendente de coletáveis, que auxilia bastante no aspecto de exploração do jogo. A mansão não é tão grande, então o jogo acaba não sendo um festival de backtracking depois do mid-game.

Castlevania: Aria of Sorrow

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AoS em minha visão sempre esteve longe de ser a obra suprema da franquia como já vi dizerem pela internet (já li que é melhor que SoTN), porém revendo do momento atual, foi bem divertido e uma experiência ótima. Os bosses são muito bons e um dos pontos mais fortes do jogo (inclusive o true final boss é absurdamente bizarro, do jeito que curto), os locais também, apesar de sentir que faltou um pouco de variedade, junto com a trilha sonora que é... ok. Já o gameplay e o level design por si só é muito bom, um pouco mais linear que SoTN, mas isso não me incomoda, já que ajuda a justamente fazer um pacing melhor. Em 2019 tentarei jogar a sequência pro DS.

Steamworld Dig 2

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O primeiro já havia me surpreendido, como esse jogo aparentemente tão simples possui uma mecânica tão interessante e viciante?. Mas o segundo? Me surpreendeu ainda mais, do início ao fim, e em nenhum momento sequer fiquei entediado com o gameplay. É viciante, evoluiu todos os conceitos apresentados no primeiro jogo, tem um lore interessante, música super bem feita, powerups novos, coletáveis super legais de serem encontrados, e claro, uma direção artística "top-notch". Tudo o que eu queria que o 1 tivesse sido, o 2 conseguiu ser.

Mario & Luigi: Bowser's Inside Story

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Sendo um dos M&L que comecei várias vezes mas nunca terminei, sempre me senti na obrigação de zerá-lo. De início fiquei um pouco decepcionado, o jogo era... estranho e não me senti jogando um M&L, áreas desinteressantes, a história que se arrastava e uns puzzles chatos. Mas só depois da metade o jogo realmente pegou um bom impulso, com partes muito mais interessantes. Acho que o ponto forte do jogo são os bosses, tanto os normais como os gigantes, são todos bem divertidos e únicos, e toda a escalação pro final boss é algo bem mágico que acabou me marcou muito.

Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble!

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Sim, não é DKC2. Eu já imaginava exatamente que DKC2 seria, uma evolução quase perfeita do que foi apresentado no primeiro jogo, então não me decepcionei nem um pouco pois foi isso que encontrei. Mas DKC3 me surpreendeu porque eu não esperava que o jogo fosse o quão divertido ele é, e mesmo tendo uma ambientação diferente e personagens bem deslocados do padrão da série tudo ali é absurdamente charmoso. A OST me surpreendeu, e fico desapontando com críticas à Eveline Fischer, visto que ela é uma compositora que consegue fazer ambiências tão bem quanto o David Wise. Os segredos no overworld achei muito gostosos de se achar, e o level design é muito mais justo que DKC1 e DKC2. Num geral foi um jogo que me marcou muito por ter me surpreendido, enquanto a fanbase exagera de forma absurda os "defeitos" que o jogo possui.

The Legend of Zelda: The Minish Cap

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É provavelmente o melhor Zelda portátil, e digo isso sendo que A Link Between Worlds era um dos meus favoritos. Talvez ainda até seja, mas por Minish Cap ser um jogo 100% original em sua totalidade, ganhou muitos pontos comigo. Mas o jogo ainda possui alguns pontos estranhos, como overworld e quests estranhamente crípticas, ainda mais levando em conta que é um jogo portátil, e o Vaati, que foi um vilão super desperdiçado, só aparecendo em poucos momentos.

Hollow Knight

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Não tenho muito o que comentar, é o caso de um jogo que fala por si só. Jamais imaginei que algum metroidvania com mais de 50 horas fosse possível de existir, e ainda que fosse possível, não imaginei que me cativaria. E quando descobri o jogo e todas as opiniões que ele possuía, ainda achei que não gostaria dele por conta disso.
Oh, como eu estava completamente errado. E ainda não gastei por volta de 50 horas, mas sim 90, e ainda quero voltar pro jogo (esperando ansiosamente a DLC da Hornet).
Masterpiece.
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Mensagempor Mastxadows » Qua, 26 Dez 2018, 22:32

Bom, os meus seriam
Final Fantasy XV
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Eu amei esse jogo, os personagens, o mundo, o gameplay são todos tão bons, é tudo tão grande, bonito e épico nesse jogo.

Red Dead Redemption 2
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Um jogo fantástico em todos os sentidos, eu não me senti entediado em nenhuma das 52 horas de campanha e me senti parte da gangue Van Der Linde, fiquei totalmente imerso naquele mundo belo.

Killer Instinct
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Eu sempre gostei de KI e essa versão de Xbox One(e PC) é meu jogo de luta favorito, muitos personagens variados, jogabilidade fácil para iniciantes mas também complexa para veteranos, muito conteúdo single player e um ótimo online.

Attack on Titan 2
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Um dos meus animes e mangás favoritos em um jogo que dá a sensação de estar de estar dentro do anime e fazer parte da tropa de exploração.
É bom demais sair voando por aí com o DMT salvando pessoas e matando titãs, e jogar de titã é tão bom quanto.

Forza Horizon 4
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Esse jogo, que jogão de corrida, lindo, muitos carros, muitas e variadas corridas, desafios, um modo online integrado na campanha que ficou extremamente bem feito, o sistema de mudar as estações do ano é demais, não tem nada que esse jogo faça feio.

State of Decay 2
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Tá aí, um jogo feio, bugado e com história quase inexistente, mas que me prendeu por muitas horas de diversão matando zumbis, buscando suprimentos, ajudando comunidades, batalhando contra outras, cuidando dos sobreviventes e da base, criando um lar no meio do apocalipse.

Sunset Overdrive
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Um jogo engraçado, frenético, com personagens doidos e carismáticos, cheio de ação e explosões.
Esse jogo foi uma grata surpresa, Sunset City é o playground mais louco do mundo.

Deus Ex Mankind Divided
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Continuação direta do aclamado Deus Ex Human Revolution e parte de uma das melhores franquias de jogos, Mankind Divided não faz feio, jogabilidade fantástica, personagens bem construídos, boa história, gráficos belos, é um jogo que deixa o jogador vidrado até o fim.

Esses foram os jogos que mais me marcaram esse ano, são todos jogos que sugaram horas da minha vida, o Xonão me divertiu muito esse ano.
Foi um ótimo ano em questão de jogos pra mim, console novo e muitos ótimos jogos novos pra jogar.
Editado pela última vez por Mastxadows em Seg, 31 Dez 2018, 22:00, em um total de 1 vez.
Minha equipe atual em Pokémon Ultra Sun
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Mensagempor Chazzy » Qui, 27 Dez 2018, 00:04

Os mais marcantes pra mim foram Digimon Story: Cyber Sleuth e o Hacker's Memory do PS Vita.
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Mensagempor Wolflink » Qui, 27 Dez 2018, 01:59

O que dizer de 2017 e 2018. Minhas três series de jogos favoritos ganhando jogos novos e inovadores ( Zelda, Red e God) e o meu heroi favorito ganhando um jogo ESPETACULAR. Só alegria.

Já vou começar pela obra prima da rockstar

Red Dead Redemption 2

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Voltando com o mesmo sentimento que eu tive la em 2010, de começar um jogo e pensar '' puta que o pariu, eu realmente estou no velho oeste'', essa foi a sensação que eu tive quando comecei a jogar esse jogo. Um dos ambientes que sempre idolatrei desde a infancia, não por pouco, pois pra quem cresceu jogando Sunset Riders e Wild Guns, era o minimo que eu poderia ter no meu espaço de adoração. O jogo realmente impressiona a cada hora de jogo. O Arthur, como eles conseguiram criar um personagem com tanto carisma, você poder acompanhar o personagem crescendo e mudando dentro da história. As interações com o bando e com os NPC's, eu nunca vi nada igual em nenhum jogo que eu joguei nesses meus 26 verões. Posso facilmente colocar ele no pedestal com Ocarina of time. Simplesmente eu posso dizer que RDR2 me levou no limite da imersão em um jogo, eu não consigo nem explicar o quão dinamico, imersivo, e cativante esse jogo é. Apenas joguem se tiverem a chance algum dia, e contemplem esse master piece.

God of War
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Eu o elegeria como o jogo do ano, se ele não tivesse sido lançado no mesmo ano do jogo ai de cima. Em algum momento proximo do jogo ser lançado eu fiquei com um certo receio do que poderia vir nesse jogo. Mas, confiei no que a Santa Monica tinha para nos entregar. O jogo me cativou de mais, me deixou empolgado, emocionado e ate mesmo com muita raiva em certas partes sua culpa Atreus. Esse jogo realmente mereceu o Goty ( mesmo que minhas fichas estivessem todas miradas no RDR2, o que eu ainda acho que deveria ter ganho) . Só o que posso dizer é que essa nova saga do Kratos tem muito a entregar. Apesar desse ser o jogo da serie que eu achei mais completo dentre todos eles. Eu ainda o coloco como o terceiro na lista dos jogos da saga do Kratos (3,2, 2018, 1, ascension, chains e ghost). Achei que a ideia do Kratos andar com alguem junto a ele estragaria o clima de solidão e furia do Kratos, mas o Atreus foi muito bem inserido, os dialogos são ricos, o Kratos apesar de não gostar muito de conversa ate que fala o suficiente para vc perceber que esse ainda é o Kratos que derrubou o Panteão. Aguardo ansioso de mais pela sequencia. Vamos ver o quão ousado eles serão no proximo jogo.

Spider Man

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Se por anos eu aguardei que algum estudio conseguisse superar o Spider man 2 do PS2, esse estudio ( Insomniac) finalmente conseguiu esse feito. Era realmente tudo que eu esperava e um pouco mais. Balançar na teia ficou algo fluido e muito bem feito, você realmente se sente na pele do Peter P. O vilão foi muito bem escolhido, não poderiam ter escolhido melhor, história digna do spider. Esse é mais um dos que eu aguardo ansiosamente por uma sequencia. Imagino quantas novas acrobacias do teioso poderiam ser inclusas em um futuro jogo, que deve vir só no PS5 pelo jeito, e eu estarei la.

Hollow Knight

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Não achei que fosse jogar um metroidvania tão bom desde sotn. O jogo te prende do começo ao fim. A dificuldade esta no ponto excelente, a ambientação é linda, a direção de arte desse jogo é impecavel e a trilha sonora é de arrepiar os cabelos. A forma na qual vc vai progredindo no jogo, os NPC's e os inimigos, é tudo muito bem elaborado. Eu pretendo jogar ele novamente em um futuro não muito longínquo. Ele ficou perfeito no N.Switch.

Mencionar alguns outros.

Xenoblade Chronicles 2, ainda não terminei, mas com certeza é um jogo que eu estou gostando de mais, a história é excelente e eu pretendo terminar ele antes de entrar em 2019.

Mario + Rabbids: Esse jogo é muito lindo. Do começo ao fim eu desferi diversas gargalhadas, Ubisoft fez um trabalhão e tanto aqui. Aguardo por uma sequencia.

The Messenger: Eu ainda estou jogando, mas o jogo é muito bonito, e tem muito potencial, ertos NPC's são muito engraçados, o propio personagem principal é engraçado. A transição de 8 para 16bits é muito bacana.

Dragon Ball FighterZ: Finalmente um jogo da saga Dragon Ball que me atraiu a atenção. Nem preciso fazer elogios a beleza desse jogo pq todos já viram. O que eu queria mesmo era um jogo de aventura da saga DB. Algo como Dragon Ball origins.

Well, se eu lembrar de mais algum jogo que joguei esse ano de extrema importancia, irei postar aqui em breve. Mas acho que esses são os jogos que eu joguei e estou jogando esse ano que mais gostei.
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SPOILER

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Mensagempor antoniosantos » Qui, 27 Dez 2018, 05:20

Eu gostei do jogo Vampyr
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Vampyr é um RPG sobre vampiros, que ocorre após a Primeira Guerra Mundial. O principal herói do jogo se torna um médico, que, depois de ser mordido por um vampiro, se torna um monstro sanguinário, que, no entanto, mantém sua mente e está tentando criar uma cura para um espanhol furioso, sem se tornar um monstro.

Os jogadores têm a opção de preservar sua humanidade, sair da situação atual apenas por conta própria, ou sucumbir à tentação e se tornar um monstro lendário. Dependendo das decisões tomadas, os jogadores avançam ao longo do enredo, mudando o destino de pessoas diferentes e chegando a resultados completamente inesperados.
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Mensagempor Akise Aru » Dom, 30 Dez 2018, 16:53

Arthimura escreveu:The Legend of Zelda: Breath of the Wild - Deve ter sido a minha maior decepção gamística da vida inteira. Prometeram tanto e o jogo é no máximo ok, deixando a desejar em tudo.
É muito artificial a idolatria que o jogo recebe.

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Pra você jogo bom é modinha tipo GOW né?
Marcio Mew escreveu:Kono Oozora ni Tsubasa wo Hirogete (Cheguei perto do fim mas não terminei, quem sabe em breve)
Versão sem censura? Se bem que estamos falando de jogos não de visual novels.
Wolflink escreveu:Red Dead Redemption 2

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Voltando com o mesmo sentimento que eu tive la em 2010, de começar um jogo e pensar '' puta que o pariu, eu realmente estou no velho oeste'', essa foi a sensação que eu tive quando comecei a jogar esse jogo. Um dos ambientes que sempre idolatrei desde a infancia, não por pouco, pois pra quem cresceu jogando Sunset Riders e Wild Guns, era o minimo que eu poderia ter no meu espaço de adoração. O jogo realmente impressiona a cada hora de jogo. O Arthur, como eles conseguiram criar um personagem com tanto carisma, você poder acompanhar o personagem crescendo e mudando dentro da história. As interações com o bando e com os NPC's, eu nunca vi nada igual em nenhum jogo que eu joguei nesses meus 26 verões. Posso facilmente colocar ele no pedestal com Ocarina of time. Simplesmente eu posso dizer que RDR2 me levou no limite da imersão em um jogo, eu não consigo nem explicar o quão dinamico, imersivo, e cativante esse jogo é. Apenas joguem se tiverem a chance algum dia, e contemplem esse master piece.

God of War
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Eu o elegeria como o jogo do ano, se ele não tivesse sido lançado no mesmo ano do jogo ai de cima. Em algum momento proximo do jogo ser lançado eu fiquei com um certo receio do que poderia vir nesse jogo. Mas, confiei no que a Santa Monica tinha para nos entregar. O jogo me cativou de mais, me deixou empolgado, emocionado e ate mesmo com muita raiva em certas partes sua culpa Atreus. Esse jogo realmente mereceu o Goty ( mesmo que minhas fichas estivessem todas miradas no RDR2, o que eu ainda acho que deveria ter ganho) . Só o que posso dizer é que essa nova saga do Kratos tem muito a entregar. Apesar desse ser o jogo da serie que eu achei mais completo dentre todos eles. Eu ainda o coloco como o terceiro na lista dos jogos da saga do Kratos (3,2, 2018, 1, ascension, chains e ghost). Achei que a ideia do Kratos andar com alguem junto a ele estragaria o clima de solidão e furia do Kratos, mas o Atreus foi muito bem inserido, os dialogos são ricos, o Kratos apesar de não gostar muito de conversa ate que fala o suficiente para vc perceber que esse ainda é o Kratos que derrubou o Panteão. Aguardo ansioso de mais pela sequencia. Vamos ver o quão ousado eles serão no proximo jogo.

Spider Man

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Se por anos eu aguardei que algum estudio conseguisse superar o Spider man 2 do PS2, esse estudio ( Insomniac) finalmente conseguiu esse feito. Era realmente tudo que eu esperava e um pouco mais. Balançar na teia ficou algo fluido e muito bem feito, você realmente se sente na pele do Peter P. O vilão foi muito bem escolhido, não poderiam ter escolhido melhor, história digna do spider. Esse é mais um dos que eu aguardo ansiosamente por uma sequencia. Imagino quantas novas acrobacias do teioso poderiam ser inclusas em um futuro jogo, que deve vir só no PS5 pelo jeito, e eu estarei la.

Dragon Ball FighterZ: Finalmente um jogo da saga Dragon Ball que me atraiu a atenção. Nem preciso fazer elogios a beleza desse jogo pq todos já viram. O que eu queria mesmo era um jogo de aventura da saga DB. Algo como Dragon Ball origins.
GOTW deste ano foi só modinha, jogo de aventura decente de DB tem no GBA e tem muito jogo do Spider Man melhor que esse aí nos consoles 16 bits.
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Re:

Mensagempor Arthimura » Dom, 30 Dez 2018, 18:24

Akise Aru escreveu:
Arthimura escreveu:The Legend of Zelda: Breath of the Wild - Deve ter sido a minha maior decepção gamística da vida inteira. Prometeram tanto e o jogo é no máximo ok, deixando a desejar em tudo.
É muito artificial a idolatria que o jogo recebe.

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Pra você jogo bom é modinha tipo GOW né?


Avalio a obra pelo que ela é independente da popularidade. GOW (2018) é realmente fantástico, já o BotW é mediano e decepcionante, apesar de ser modinha.

Caso queira saber mais pode se dirigir ao tópico a seguir: viewtopic.php?f=2&t=1768

Akise Aru escreveu:GOTW deste ano foi só modinha, jogo de aventura decente de DB tem no GBA e tem muito jogo do Spider Man melhor que esse aí nos consoles 16 bits.

Vivi a época do SNES, devo ter jogado todos os jogos do Spidey daquela época e o Spiderman da Insomniac é de longe o melhor jogo do Spidey que já joguei.
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Mensagempor TextoJr. » Ter, 01 Jan 2019, 15:03

Pra falar a verdade esse ano façam de conta que hoje ainda é 2018 foi um baita ano em questão de jogos pra mim. Não joguei um jogo repetido sequer (isto é, que eu tenha zerado antes) e estou muito orgulhoso de ter zerado 40 jogos completamente novos comparado a fama que eu tinha ano passado de não zerar porcaria nenhuma e é claro que eu não vou falar cada um deles aqui, apesar que mais da metade deles foram bastante memoráveis para mim, tanto pro bem quanto pro mal, e é lógico que em troca eu comecei a procrastinar bem mais do que deveria rs acontece então vou apenas citar aqui sem uma ordem definida ou um Top 10, apenas vários jogos que eu gostei muito e outros que mesmo me decepcionando ainda me marcaram. Então sem mais delongas: Lee, Gordon, Joseph...

HARROLD! é um meme de uma hack de Mario Kart Wii, ignorem


Vamos começar com o robôzinho minúsculo e mais fofinho da Nintendo que está passando por você agora

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Chibi Robo: Plug Into Adventure é uma jóia escondida na biblioteca do GC, eu achava que esse jogo era mais popularzinho, mas não vejo quase ninguém falando dele por aí. É ótimo e viciante explorar a casa, os personagens tem motivações interessantes e o conceito de você controlar um ser pequeno numa casa gigante a lá Toy Story é muito legal e bem pouco explorado nos jogos e menos ainda bem sucedido. Acho a estética do jogo estranha por acontecerem algumas coisas meio bizarras e até maduras prum jogo licenciado da Nintendo, mas isso só acrescenta mais o charme nele. Recomendo demais.


Rolling around at the speed of sound, got places to go...

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Infelizmente Sonic Adventure 2 Battle não me cativou tanto quanto eu queria, por ele ser mais linear do que o primeiro e as fases não serem tão abertas igual em seu antecessor. Mesmo assim eu gostei de algumas coisas nele como a maioria das fases que são divertidas (as do Knuckles são minhas favoritas apesar de bugadas), trilha sonora maravilhosa e a trama que é um pouco forçada mas até que combina com o tom do jogo. Eu não cheguei a terminar as outras campanhas (a versão Dark e a Last Story) mais por não ter muita diferença da campanha normal em questão de fases e mecânicas. Ah e o modo batalha eu quase nem testei porque não tinha alguém pra jogar comigo.


*Insira aqui a introdução com o narrador falando alemão*

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Depois de uns certos carinhas de uma certa franquia entrarem num certo joguinho de luta, decidi que iria conhecer a franquia e, mesmo ele não sendo realmente o primeiro Castlevania que joguei, foi como se tivesse sido. As fases são divertidas e desafiantes na medida certa, é satisfatório acertar os inimigos com o chicote e procurar outros caminhos para chegar em outras fases é muito legal. Tem algumas coisas "bullshit" como certos inimigos serem irritantes até demais E O MALDITO KNOCKBACK, as cutscenes são um pouco datadas mas ainda charmosas a dublagem nem tanto mas isso é de menos, Rondo of Blood é um maravilhoso Castlevania sem dúvidas.


Isso... é um jogo do Mario? Tem certeza?

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Eu joguei pela primeira vez os 3 Paper Marios antes da decaída fatal esse ano, mas por que o Super está aqui ao invés de seus antecessores que tem um gameplay mil vezes superior? Pra falar a verdade eu tive uma experiência muito mais memorável com o Super do que o TTYD ou o 64, mais pelo fato de eu não ter pego quase nenhum spoiler e mesmo que o level design, a mecânica principal e o combate sejam meio tediosos e algumas partes frustrantes, em contrapartida os diálogos são os melhores que a série já teve, trilha sonora ótima, o humor e conceitos dos capítulos são muito bons e a historia é o ponto mais alto do jogo. No fim apesar de eu ter me decepcionado com ele no começo, ele me surpreendeu muito no final.


Ah Samus, que saudades eu tava de você mesmo eu nunca tendo jogado nenhum jogo da série

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Minto, eu tinha jogado sim, mas esse foi o meu primeiro Metroid que consegui zerar e meu amigo, acho que esse jogo foi perfeito pra me introduzir na série. A atmosfera é maravilhosa, SR388 é divertidíssimo de se explorar, o Melee Counter é super satisfatório de se usar, os upgrades são intuitivos e interessante, tem muitas outras mecânicas para ajudar noobs como eu a encontrar certas coisinhas no cenário e fazer 100% naquilo foi uma experiência ótima. Graças a Samus Returns, estou pensando em jogar muitos outros jogos da franquia no futuro, inclusive o AM2R para comparar os dois.


Ainda consigo ouvir o tema principal do jogo

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Eu não queria citar SteamWorld Dig 2 pela terceira vez consecutiva aqui e também porque tinha outro jogo da mesma produtora que me marcou da mesma maneira: Steamworld Heist foi o primeiro RPG tático que gostei a ponto de platiná-lo, e isso é dizer muito comparado a vários RPGs táticos que dropei antes. O gameplay é viciante e divertido, os personagens jogáveis são ótimos, as missões são interessantes, tem uma abundância de níveis caprichados e a DLC melhora ainda mais isso. adoro o fato de apesar de ser um spin-off e ter lançado antes de SWD2, se passa após do próprio. Recomendo fortemente para qualquer fã do gênero.


E-Eu não estou chorando...

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Eu sou meio culpado de ficar falando super bem de Pokémon Mystery Dungeon, afinal eu sou tão fã desse spin-off que eu arrisco dizer que as vezes eles conseguem até superar os jogos originais em certos aspectos, e o Super Mystery Dungeon não é exceção. A historia apesar de ter certos momentos meio clichês, tem também reviravoltas e acontecimentos incomuns para deixá-la interessante. As dungeons são lindíssimas no 3DS, as novas mecânicas são divertidas, a trilha sonora é fantástica o seu parceiro tem uma personalidade bem distinta e que faz você se relacionar até que rápido com ele. Depois do quão decepcionante foi Gates to Infinity, o Super me agradou bastante e com certeza é um dos melhores da série.


*Introdução do jogo intensifies*

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Não tinha como eu deixar esse clássico de N64 fora dessa lista. Banjo Kazooie é fenomenal e esbanja charme do começo ao fim, claro que ele não é perfeito, como tem alguns mundos que me deixaram bastante frustrado cof cof Rusty Bucket Bay cof cof mas comparado a todas as outras qualidades do jogo isso quase passa batido: Quase todos os mundos são super criativos, as transformações do Banjo são memoráveis, as missões dos coletáveis são bem feitas e divertidas, tem um ótimo humor, a trilha sonora é muito boa (Grant Kirkhope né)... Ponto forte é o que não falta pra esse jogo.


Noble Haltmann, we adore him!

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Depois de ter jogado 6 Kirbys pela primeira vez esse ano, foi difícil pra mim escolher qual pegar pra falar sobre, mas logo me chegou a óbvia conclusão: Não estão exagerando quando dizem que Planet Robobot é um dos (senão o) melhor jogo do Kirby. As novas habilidades são divertidíssimas e criativas, o level design é impecável e um dos melhores que a série já teve, a história consegue superar a de Triple Deluxe e a "gimmick" principal do jogo, a Robobot Armor, é usada até o seu potencial máximo e é ainda mais divertida do que a Hypernova.


E agora vamos terminar com um outro robôzinho, só que não tão minúsculo e nem tão fofinho

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Vou colocar Cave Story no final porque ele de todos foi o que mais me marcou, tendo jogado ele 7 benditas vezes mas nunca conseguido terminar por causa de algum corrompimento de save e outras azaradas, este ano pude finalmente terminá-lo e pareceu que um peso enorme foi tirado das minhas costas. É inacreditável esse jogo ter sido feito por uma pessoa em pleno 2004, os locais são (apesar de simples) charmosos e detalhados, a historia é contada de uma maneira interessante, as armas são divertidas apesar de algumas serem inúteis no final, os bosses são memoráveis e a trilha sonora mais ainda. É com certeza um dos (senão o) melhor indie que já joguei.


Menções honrosas e nem tão honrosas:

Detective Pikachu: Um jogo que eu estava bastante hypado até, mesmo sabendo que parecia ser centrado num público mais infantil, normalmente eles deixam o jogo acessível e divertido para todos, e não foi o caso desse. Tem muito hand-holding, o gameplay é repetitivo e fácil, os diálogos e personagens (além do Detetive Pikachu) parece que saíram de um desenho animado do Scooby Doo de tão simples e genéricos, mas as falas e cutscenes do Detetive Pikachu fazem valer a pena.

Shovel Knight Treasure Trove: Antes estava pensando em colocar esse na lista no lugar de Cave Story, porque os dois tem a mesma qualidade. As campanhas são todas ótimas, sendo minha favorita a Specter of Torment, e estou muito ansioso pela King of Cards.

Donkey Kong Country 2 Diddy's Kong Quest: Tendo jogado dois jogos da trilogia DKC esse ano, não era de se esperar que o segundo fosse meu favorito, as fases são criativas e bem feitas, David Wise caprichou na trilha e mal posso esperar pra jogar o 3 ano que vem.

The Legend of Zelda A Link Between Worlds: Mesmo nunca jogando A Link to the Past, esse jogo me fez ter uma vontade imensa de jogá-lo. Chega a ser meu segundo Zelda favorito, as dungeons são bem feitas e inteligentes, essa liberdade de explorar o mundo e as dungeons em qualquer ordem é divertida e satisfatória, tem puzzles ótimos, bosses memoráveis e uma das melhores trilhas que a série já teve.

Beyond Good & Evil: Mesmo tendo começado e chegado até a última fase do jogo ano passado, foi apenas esse ano que voltei e zerei. Foi uma das piores decisões minhas desse ano já que eu não lembrava de praticamente nada da história e dos personagens, e por isso o cliffhanger e o plot twist do final não me deixou surpreso, mas confuso. No mais, é um belíssimo jogo e um clássico da Ubisoft. Com certeza irei rejogá-lo quando a data de lançamento do 2 estiver perto ou seja, em 2050.


Ufa, finalmente essa muralha acabou. Fazia tempo que eu não escrevia tanto sobre tantos jogos assim , muito obrigado por ter lido até aqui, estava realmente inspirado e foi uma experiência muito marcante tanto jogá-los quanto escrever sobre eles, eu tentei encurtar o máximo porque teve muitos outros jogos que me marcaram que não mencionei aqui, mas esses foram os principais. Agradeço ao Pedrock pelos banners, tenham um bom final de ano de novo, façam de conta que ainda é 2018 e até a próxima!
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