Anthem

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Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Sex, 01 Jun 2018, 15:09



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https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/ant ... a-e3-2018/

Em preparação para E3 2018, a EA divulgou um vídeo curtinho mostrando algumas cenas de Anthem, o novo RPG desenvolvido pela Bioware — os criadores de Mass Effect.

O vídeo completo será apresentado no dia 9 de junho, na conferência da empresa na E3.
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Mensagempor Sonymaster » Sex, 01 Jun 2018, 21:52

Muito bem feito esse jogo :-)
Sega x Nintendo
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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Sáb, 09 Jun 2018, 16:02



Data de lançamento de Anthem : 22 de fevereiro de 2019.
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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Sáb, 09 Jun 2018, 16:46

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Mensagempor Sheik » Sáb, 09 Jun 2018, 18:59

Esse jogo vai ter um singleplayer legal?
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Re:

Mensagempor Wolflink » Sáb, 09 Jun 2018, 19:26

Sheik escreveu:Esse jogo vai ter um singleplayer legal?


É a pergunta que não quer calar.
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Mensagempor Mastxadows » Sáb, 09 Jun 2018, 23:37

http://br.ign.com/e3-2018/62915/news/e3 ... ra-conexao
Vai ser "always online".
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Pelo lado bom eu vou economizar uma grana. :hehe:
Minha equipe atual em Pokémon Ultra Sun
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Mensagempor Wolflink » Seg, 11 Jun 2018, 13:52

O produtor executivo Mark Darrah da BioWare revelou diversos detalhes de Anthem em seu Twitter.

Anthem é um RPG de ação onde o jogador é um Freelancer. Um piloto de armaduras poderosas conhecidas como Javelins, que permitem sobreviver ao mundo hostil que foi abandonado pelos “Shapers”. Os Javelins permitem combater todos os tipos de inimigos, com capacidades para voar ou mergulhar.

Há 5 ou 6 raridades de loot no jogo, sendo que o drop ainda está sendo ajustado, mas todo o conteúdo do progresso é ganho in-game, não há pay to win ou vantagens adquiridas por dinheiro real (como sportingbet mobile), apenas conteúdo customizável e que você verá o que irá adquirir, sem loot box ou algo do gênero.

O inimigo principal é chamado de “The Dominion”, uma nação humana que deseja subjugar outras raças e humanos, tentando controlar o que foi deixado pelos Shapers para uso próprio. Eles também possuem um passado e segredos que explicam esse desejo de dominação.

O jogo é definido como “Nosso Mundo, Minha História”. O mundo é compartilhado entre todos os jogadores, possuindo os mesmos eventos cataclísmicos, ciclo de dia e noite, áreas e inimigos. Todos os jogadores vivenciarão o mesmo mundo. Quando o jogador estiver em missão pelo mundo, todos poderão estar envolvidos, mesmo não estando direto no seu grupo.

Quando terminar as missões, o jogador pode retornar para sua base, chamada “Fort Tarsis”. Será possível coletar suas recompensas, customizar seus Javelins, interagir com outros personagens da história, sendo praticamente a parte single-player do jogo. Fort Tarsis não é uma social hub, agindo mais como um jogo single-player convencional.

A interação com os personagens vão crescendo conforme avança na história, construindo relações de amizade e benefícios, mas não de romance, como em outros jogos da BioWare. Sobre os Javelins, o jogador começará com o modelo Ranger e os demais serão liberados ao progredir na história, como o Colossus, Interceptor e Storm. Cada jogador pode ter mais de um modelo de Javelin, não sendo necessário criar outro Freelancer para desfrutar de um Javelin diferente.

Há uma customização do piloto, mas o foco é na personalização de cada Javelin, seja com armas, peças de armadura, visual e estilo de jogo. Não é necessário ficar sempre no mesmo tipo de Javelin, podendo alternar pra cada missão que for feita. O progresso do jogo e conteúdo endgame serão explicados posteriormente, mas haverá atividades mais difíceis e recompensadoras, como os Strongholds, algo similar as incursões/raids/dungeons de outros jogos, que deverão ser feitas por uma equipe completa de 4 jogadores.

Todas as atividades possuirão matchmaking e só o jogador só joga sozinho se realmente quiser. Há um sistema de criação de itens/armas/armaduras e que será explicado melhor depois. A busca por itens melhores é um dos grandes objetivos do jogo e do endgame.

O jogo pode ser jogado sozinho, mas o cooperativo é recomendado, pela diversidade de combate, combos entre os jogadores, experiências no mundo compartilhado. Algumas atividades são mais difíceis caso sejam realizadas sozinhas. Não haverá nenhum modo jogador contra jogador (PvP) no lançamento e algo que ainda está sendo pensado para o jogo. Sem o PvP, a BioWare planeja dar mais diversão e variedade de combate sem ter que balancear o jogo para outro modo específico. O jogo deve ser jogado sempre online, conexão continua a internet e possui servidores dedicados.

Não há nada a se falar sobre cross-plataform por agora, mas está sendo estudado algo sobre cross save. Depois do trailer exibido e algumas reclamações sobre os damage points que aparecem na tela, estão estudando como deixar mais limpo o HUD ou dar opção de retirar essas informações.

Fonte >>> http://www.ps3brasil.com
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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Ter, 12 Jun 2018, 01:37

No site do Xbox saiu o tamanho do jogo (não sei se esse tamanho é só para o Xbox One X ou se é para todos os consoles) :

Tamanho aproximado
110,93

Fonte :
https://www.microsoft.com/pt-br/p/anthe ... 2QMGXSS4BF

E requer conexão permanente com a internet.
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Re:

Mensagempor Sonymaster » Ter, 12 Jun 2018, 11:50

Mastxadows escreveu:http://br.ign.com/e3-2018/62915/news/e3-2018-anthem-nao-tera-pvp-no-lancamento-e-exigira-conexao
Vai ser "always online".
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Pelo lado bom eu vou economizar uma grana. :hehe:


Isso que me deixa triste na tecnologia atual de jogos. Esta 100% online :-/
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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Ter, 12 Jun 2018, 18:49

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Re: Anthem

Mensagempor Robert Prado » Ter, 12 Jun 2018, 20:59

Monterazo escreveu:
Mastxadows escreveu:http://br.ign.com/e3-2018/62915/news/e3-2018-anthem-nao-tera-pvp-no-lancamento-e-exigira-conexao
Vai ser "always online".
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Pelo lado bom eu vou economizar uma grana. :hehe:


Isso que me deixa triste na tecnologia atual de jogos. Esta 100% online :-/
Na moral, quando anunciaram o Need for Speed 2015, falaram que ia ser 100% online. Eu me incomodei com isso antes de jogar, mas na pratica não fez diferença nenhuma. Pelo menos pra mim, é muuuuuito raro eu estar sem internet. Pra mim é algo tão comum quanto energia

Enviado de meu Galaxy S8 usando Tapatalk
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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Qua, 13 Jun 2018, 03:47

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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Dom, 17 Jun 2018, 00:51

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Re: Anthem

Mensagempor SuperMarioWorld » Qui, 21 Jun 2018, 00:22

https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/jog ... -gigantes/

Tive a oportunidade de jogar alguns minutos de Anthem, a nova aposta da Bioware e, para mim, o destaque da conferência da EA, durante a E3 2018.

Experimentar Anthem mudou a minha percepção sobre o jogo : pelo que foi exibido na conferência, e o que pude ver em um hands off de cerca de 20 minutos, o game pareceu promissor, divertido, mas com muitos elementos de outros jogos que já conhecíamos — o que dava uma sensação ruim, de que era só uma apanhado de coisas legais, mas sem indentidade.

Quando coloquei a mão na massa, no entanto, Anthem mostrou personalidade. O cenário amplo e voar (sem dúvida, voar!), junto aos controles simples e aos especiais da classe Ranger (que foi a que pude experimentar) são elementos que o diferenciam de outros jogos do gênero.

Inicialmente, tive alguma dificuldade com os comandos de voo : um botão para flutuar, outro para adicionar velocidade e outro para desligar os motores e pousar — mais de uma vez, acabei só me jogando no chão mesmo! Após pegar o jeito, no entanto, dá para arriscar manobras, principalmente para esquivar (rodopiando no ar para os lados) e admirar o cenário, sem deixar de tomar cuidado com o superaquecimento (daí, basta passar por debaixo de uma cachoeira, como mostrado no trailer, por exemplo, ou mergulhar em um lago).

O combate é dinâmico e fluído. Não dá para atirar voando (ainda), só flutuando, mas a visão em terceira pessoa deixa tudo mais interessante.

O slam (socar o chão após estar no ar) também é um diferencial positivo, considerando que dá para ir bem alto antes de ativar o ataque.

Há também um especial que atinge múltiplos inimigos (e que me fez sentir realmente pilotando um mecha), um dash que possibilita passar por cima de minas, por exemplo. Já o golpe mais potente só pode ser acionado quando você carrega a barra de energia por completo e pressiona dois botões (como o Overcharged, de Destiny).

Os oponentes que enfrentei, em conjunto com os desenvolvedores, foram fáceis (provavelmente, por conta do pouco tempo disponível e com a intenção de deixar que eu explorasse o máximo possível do jogo) e pouco criativos no design : uma “aranha gigante” (e alguns filhotes), alguns “robôs” de outra cor para diferenciá-los do nosso exoesqueleto e um canhão que precisava ser atingido em um ponto específico para ser destruído.

Os números de dano gigantes na tela, que explodem a cada ataque, precisam ser aperfeiçoados : não combinam com o clima e tiram o foco da bela arte do game, que explora todo o potencial da atual geração com cenários verticais e, até certo ponto, interativos.

Joguei um pouco mais do que foi apresentado na conferência, mas não foi mostrado nada da história. Ainda assim, os pontos positivos são mais marcantes que os negativos e Anthem tem grande potencial. Com uma história envolvente e um trabalho bem feito com a comunidade, tem condições de encontrar seu espaço com a base de jogadores que já curtem o gênero, além de atrair outros. Quem não curtiria ser um mercenário e voar por aí em um universo fantástico?
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