Qual o ultimo jogo que você jogou/está jogando?

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Re:

Mensagempor Arthimura » Qui, 07 Mai 2020, 13:16

Nightwalker escreveu:Fechei Tales of Vesperia Definitive Edition.

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Wow, jogo foi bem maior do que eu originalmente esperava, levei basicamente 50 horas, mesmo não explorando tanto assim os lugares e dando run de algumas batalhas (mas fiz coisas extras como todos os skits que apareceram). Curti o jogo, em geral. Fazendo uns highlights então.

Gostei:

Gostei do Yuri, dentre outros motivos principalmente porque ele é do tipo de personagem que “gets shit done”. Gosto de personagens que estão dispostos a sujar as mãos se necessário, o que infelizmente não é tão comum assim em JRPG´s, onde uma boa fração são de personagens inocentes demais.

Skits é uma idéia bem legal, ter esses vários momentos da party conversando sobre assuntos diversos, e em cima disso algo impressionante é que todos são dublados (junto a toda dublagem da já massiva quantidade de cutscenes). Vi que isso é coisa do definitive edition apenas. De toda forma, fiquei impressionado, é muita coisa dublada, e bem, eu sei que dependendo de quem são o dubladores, isso sai caro, deve ter sido uma fortuna dublar isso tudo, mas ajuda bem em caracterizar e dar personalidades aos personagens (mas fica o questionamento se esse dinheiro não seria melhor gasto se usado em outros aspectos...). Os quadrinhos durante os skits eram muito legais também e me fizeram rir mais de uma vez, era algo simples mas muito bem vindo.

Dungeons tem um pouco de puzzles (dinâmicos), bem melhor do que ser um dungeon crawler simplório.

Curti o sistema de skills, vem das armas equipadas e se usar bastante essa arma o skill fica fixo no personagem, isso dava um valor muito grande para praticamente todas as armas.

O jogo é bem bonito no geral (ter a câmera fixa a maior parte do jogo fica fácil de fazer isso também né, hehe), e muitas das cutscenes (que são várias) são bem animadas, mesmo mundanas como um dialogo da party ao chegar numa cidade, o no quarto de um inn e etc.

Eventualmente da pra fazer uns combos legais.

Mundo bem vasto e interessante dentre do limite que mundo “top view” podem ser.

Não gostei tanto assim:

Okay, as batalhas ficaram mais interessantes conforme o jogo avançava porque primeiro, ele claramente foi desenvolvido pensando numa party completa e segundo porque ganhamos várias artes e possibilidades de combo. Mas mesmo assim alguns das coisas que eu achei estranho persistiram. Esse esquema de movimento pseudo-2D num campo 3D, embora funcione a maior parte do tempo, as vezes é bem errrrr, cluncky, (ainda estavam tentando achar um meio termo entre o estilo clássico e um jogo da era 3D), com situações onde um inimigo “fora do seu eixo 2D” pode te bater sem você poder devolver, e as vezes (principalmente no modo manual) você acabar saindo um pouco do eixo 2D do inimigo que você esta na mira, e por causa disso ficar batendo no vento um pouco. Ter que segurar um botão para andar livremente é no mínimo peculiar, diria mais ou menos a mesma coisa de ter que segurar block para poder pular no modo semi-auto. Animações tem muito delay, block não cancela animação. A mecânica que existe para cancelar animação de ataque básico é acessível apenas no modo manual de batalha, contudo, o modo manual tem peculiariedades como, se levar o analógico pra frente um pouco, o char anda (até ai, okay), ai naturalmente você espera, é só empurar mais o analógico que o char vai correr certo? Errado, tem que largar o analógico e parar de se mexer, e ai mexer o analógico de novo agora com mais intensidade para que ai sim o char corra. Ou então, quer pular para frente, só jogar o analógico para a diagonal certo? Errado, tem que correr um pouco pra pegar momentum, pra ai sim pular. Outra coisa que me irritou (não sei se tem um jeito de fazer isso e a culpa era minha), não tem como cancelar ataques com o comando de finishing strike. Isso era chato porque se você sabe fazer um combo muito grande, as vezes o comando de finishing strike aparece no meio do combo, mas você não pode usar porque esta no meio de uma animação de ataque. Visto que é um jogo de uma franquia que foca tanto em combos enormes, achei essa situação muito estranha, era como se estivesse sendo penalizado por fazer a marca registrada da franquia (combar muito).

Não gostei muito da razão custscene-dialogo vs gameplay, o jogo acabou inclinando mais do que eu gosto para o primeiro termo. Alguns skits eram redundantes também, vinham exatamente após algum ponto da história, dizendo praticamente a mesma coisa.

Em alguns momentos o jogo forçou a barra pra ser mais grande, mesmo eu que sou bem tranqüilo com isso notei um pouco.

Pelo menos mais alguns QoL mais básicos deveriam existir, tipo mapa com marcador, fast travel funcional e que permita sair no meio de dungeons, etc.

É isso. Quando eu for jogar um Tales de novo irei provavelmente ou de Symphonia (recomendação) ou de Grace F (tinha pesquisado e achado muitos elogios ao sistema de batalha desse).


Está no meu radar jogar o Tales of Berseria. Joguei a demo anos atrás e gostei.
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Re: Re:

Mensagempor Nightwalker » Qui, 07 Mai 2020, 13:34

Arthimura escreveu:
Nightwalker escreveu:Fechei Tales of Vesperia Definitive Edition.

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Wow, jogo foi bem maior do que eu originalmente esperava, levei basicamente 50 horas, mesmo não explorando tanto assim os lugares e dando run de algumas batalhas (mas fiz coisas extras como todos os skits que apareceram). Curti o jogo, em geral. Fazendo uns highlights então.

Gostei:

Gostei do Yuri, dentre outros motivos principalmente porque ele é do tipo de personagem que “gets shit done”. Gosto de personagens que estão dispostos a sujar as mãos se necessário, o que infelizmente não é tão comum assim em JRPG´s, onde uma boa fração são de personagens inocentes demais.

Skits é uma idéia bem legal, ter esses vários momentos da party conversando sobre assuntos diversos, e em cima disso algo impressionante é que todos são dublados (junto a toda dublagem da já massiva quantidade de cutscenes). Vi que isso é coisa do definitive edition apenas. De toda forma, fiquei impressionado, é muita coisa dublada, e bem, eu sei que dependendo de quem são o dubladores, isso sai caro, deve ter sido uma fortuna dublar isso tudo, mas ajuda bem em caracterizar e dar personalidades aos personagens (mas fica o questionamento se esse dinheiro não seria melhor gasto se usado em outros aspectos...). Os quadrinhos durante os skits eram muito legais também e me fizeram rir mais de uma vez, era algo simples mas muito bem vindo.

Dungeons tem um pouco de puzzles (dinâmicos), bem melhor do que ser um dungeon crawler simplório.

Curti o sistema de skills, vem das armas equipadas e se usar bastante essa arma o skill fica fixo no personagem, isso dava um valor muito grande para praticamente todas as armas.

O jogo é bem bonito no geral (ter a câmera fixa a maior parte do jogo fica fácil de fazer isso também né, hehe), e muitas das cutscenes (que são várias) são bem animadas, mesmo mundanas como um dialogo da party ao chegar numa cidade, o no quarto de um inn e etc.

Eventualmente da pra fazer uns combos legais.

Mundo bem vasto e interessante dentre do limite que mundo “top view” podem ser.

Não gostei tanto assim:

Okay, as batalhas ficaram mais interessantes conforme o jogo avançava porque primeiro, ele claramente foi desenvolvido pensando numa party completa e segundo porque ganhamos várias artes e possibilidades de combo. Mas mesmo assim alguns das coisas que eu achei estranho persistiram. Esse esquema de movimento pseudo-2D num campo 3D, embora funcione a maior parte do tempo, as vezes é bem errrrr, cluncky, (ainda estavam tentando achar um meio termo entre o estilo clássico e um jogo da era 3D), com situações onde um inimigo “fora do seu eixo 2D” pode te bater sem você poder devolver, e as vezes (principalmente no modo manual) você acabar saindo um pouco do eixo 2D do inimigo que você esta na mira, e por causa disso ficar batendo no vento um pouco. Ter que segurar um botão para andar livremente é no mínimo peculiar, diria mais ou menos a mesma coisa de ter que segurar block para poder pular no modo semi-auto. Animações tem muito delay, block não cancela animação. A mecânica que existe para cancelar animação de ataque básico é acessível apenas no modo manual de batalha, contudo, o modo manual tem peculiariedades como, se levar o analógico pra frente um pouco, o char anda (até ai, okay), ai naturalmente você espera, é só empurar mais o analógico que o char vai correr certo? Errado, tem que largar o analógico e parar de se mexer, e ai mexer o analógico de novo agora com mais intensidade para que ai sim o char corra. Ou então, quer pular para frente, só jogar o analógico para a diagonal certo? Errado, tem que correr um pouco pra pegar momentum, pra ai sim pular. Outra coisa que me irritou (não sei se tem um jeito de fazer isso e a culpa era minha), não tem como cancelar ataques com o comando de finishing strike. Isso era chato porque se você sabe fazer um combo muito grande, as vezes o comando de finishing strike aparece no meio do combo, mas você não pode usar porque esta no meio de uma animação de ataque. Visto que é um jogo de uma franquia que foca tanto em combos enormes, achei essa situação muito estranha, era como se estivesse sendo penalizado por fazer a marca registrada da franquia (combar muito).

Não gostei muito da razão custscene-dialogo vs gameplay, o jogo acabou inclinando mais do que eu gosto para o primeiro termo. Alguns skits eram redundantes também, vinham exatamente após algum ponto da história, dizendo praticamente a mesma coisa.

Em alguns momentos o jogo forçou a barra pra ser mais grande, mesmo eu que sou bem tranqüilo com isso notei um pouco.

Pelo menos mais alguns QoL mais básicos deveriam existir, tipo mapa com marcador, fast travel funcional e que permita sair no meio de dungeons, etc.

É isso. Quando eu for jogar um Tales de novo irei provavelmente ou de Symphonia (recomendação) ou de Grace F (tinha pesquisado e achado muitos elogios ao sistema de batalha desse).


Está no meu radar jogar o Tales of Berseria. Joguei a demo anos atrás e gostei.


Show. O Berseria eu não joguei não, mas conversei com uma pessoa sobre ele a não muito tempo, quando eu falava sobre o sistema de batalha. Acho que o vits deve ter jogado o Berseria.

Queria ter visto o Tales of Arise no. Xbox direct hoje :/
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Mensagempor Mastxadows » Sex, 08 Mai 2020, 22:17

Terminei o modo Zangetsu do Bloodstained Ritual of the Night, é igual o modo Richer do Symphony of the Night, Sisters/Richter/Axe Armor do Portrait of Ruin, Julius do Aria of Sorrow e Dawn of Sorrow, só um modo extra com um personagem com jogabilidade diferente.
Eu gostei.
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Mensagempor Mother_Mazza » Sáb, 09 Mai 2020, 14:23

Três jogos retrô terminados no PS Vita:

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Donkey Kong Country: Os games da série são os meus xodós entre os Platformers 2D e sempre me divirto (e arranco os cabelos nas fases mais difíceis :evil:) jogando qualquer um, incluindo o 3 que muitos odeiam. Enquanto nenhum deles é perfeito, o desafio, os visuais e as trilha sonoras da franquia sempre me maravilharam desde que a conheci no meu antigo SNES. :heart:

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Sonic the Hedgehog 3: Outro jogo da minha lista de plataformers 2D prediletos. Sonic 3 já é fantástico e incrivelmente ambicioso sozinho, mas unido com Sonic & Knuckles se torna um espetáculo e, na minha opinião, parte do Top 5 dos platformers ou até mesmo dos games da era 16-bit em geral.

Como estou bem enferrujada em Blue Spheres, tive que terminar o game e voltar alguns níveis para pegar 3 esmeraldas e desbloquear o Super Sonic. :alone:

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Fighting Masters: Quando joguei esse game pela primeira vez, não havia gostado nem um pouco dele. Enquanto ainda o considero ruim - você pode vencer a campanha contra a CPU fazendo e repetindo apenas três movimentos :loles: - sabe que até vi um certo charme nele agora? Pouco conteúdo e jogabilidade mal feita a parte, há algo muito carismático e anos 90 em ver criaturas diferentes lutando entre si... :P
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Mensagempor Sheik » Dom, 10 Mai 2020, 18:52

Terminou meu tempo de FFXIV, estou esperando as DLC entrarem em promoção pra jogar mais
Terminei, finalmente, o FFXII e estou coemçando o Dragon Quest 11 do Suito, a versão definitiva.
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Re:

Mensagempor Robert Prado » Dom, 10 Mai 2020, 22:14

Sheik escreveu:Terminou meu tempo de FFXIV, estou esperando as DLC entrarem em promoção pra jogar mais
Terminei, finalmente, o FFXII e estou coemçando o Dragon Quest 11 do Suito, a versão definitiva.

O que achou do Final Fantasy XII, vulgo, melhor FF já feito?
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Re: Re:

Mensagempor Sheik » Seg, 11 Mai 2020, 03:31

Robert Prado escreveu:
Sheik escreveu:Terminou meu tempo de FFXIV, estou esperando as DLC entrarem em promoção pra jogar mais
Terminei, finalmente, o FFXII e estou coemçando o Dragon Quest 11 do Suito, a versão definitiva.

O que achou do Final Fantasy XII, vulgo, melhor FF já feito?

A história é muito boa, os personagens são carismáticos e o gameplay (apesar de eu não ter usado gambits) é muito bom. E se passa no mesmo universo do melhor FF de todos, o Tactics.
Mas eu senti falta de emoção emoção, sabe?
A franquia é conhecida pelos picos emocionais presentes em seus roteiros (o mais conhecido é o Sepiroth vindo com o espeto de churrasco dele), mas isso eu senti falta no 12. Além de que eu aceitaria mais umas horinhas de jogo, senti que o final veio bem de supetão.
Mas realmente é um jogo muito a frente de seu tempo, não fossem alguns detalhes (e limitações) técnicas que o PS2 impôs ao jogo, ele botaria games como The Withcer 3 pra mamar. Preferiria que a franquia evoluísse pra esse lado do que seguisse a pegada de ação que vem indo.
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Mensagempor Mastxadows » Sex, 15 Mai 2020, 23:25

Terminei Transformers Devastation, eu gostei demais desse jogo, é totalmente baseado no desenho clássico, e é um hack'n slash simples mas bem feito.
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Mensagempor Robert Prado » Sáb, 16 Mai 2020, 22:45

Hoje comecei a jogar uns jogos no GameCube. Primeira vez que comecei a jogar de fato no console, graças ao adaptador SD2SP2.

Super Mario Strikers é um dos jogos mais divertidos que joguei na vida. Não entendo como a Nintendo não fez sequências, é inacreditável.

Comecei também Skies of Arcadia e que joguei. Um dos melhores começos em JRPG que já vi na vida. Bem promissor

E passei 3 fases de Sonic Heroes, pra matar a saudade. Minha primeira experiência com o jogo foi bem moleque e na versão do PS2, que é toda bugada. Adoro esse jogo

E por ultimo, firme e forte no FFVII Remake. Capitulo 8 agora, gosto como adaptaram muito bem o jogo original. Não tenho defeitos pra por até então
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Re:

Mensagempor lpslucasps » Sáb, 16 Mai 2020, 23:18

Robert Prado escreveu:Super Mario Strikers é um dos jogos mais divertidos que joguei na vida. Não entendo como a Nintendo não fez sequências, é inacreditável.
Tem uma sequência para Wii, Mario Strikers Charged. Ele é tão bom quanto o original. Tinha até um online maroto (que não deve mais funcionar, a não ser que você use servers privados/netplay).
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Re: Re:

Mensagempor vits » Dom, 17 Mai 2020, 23:05

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Finalmente zerei Spyro: Reignited Trilogy.

Sobre os jogos em geral, achei eles muito bonitos e bastante fieis. Só teve duas coisas que me incomodaram. A primeira são os controles, não é que eles são ruins, mas a impressão que eu tive era de haver um certo drifting extra em relação aos originais e levei um bom tempo para me acostumar. E a segunda é a falta de conexão entre os extras originais, as conquistas e os pontos de habilidade. Basicamente, pra você realmente zerar esses jogos, você tem que completar todos esses três, que com exceção do terceiro jogo, são bastante desconectados. Tive a impressão que isso foi feito para aumentar o tempo de jogo, já que os originais levavam umas 6 horas cada para serem terminados. Enquanto que Reignited me levou 28 horas.

Uma coisa interessante, é que a minha ordem de preferência entre os jogos mudou graças a essa copilação. Antes ela era 2 > 1 > 3; mas depois de rejogar e perceber quantas coisas desnecessárias o segundo jogo introduziu (mais seções de "não plataforma", backtracking, hubs enormes e vazias, etc...), ela ficou 1 > 2 = 3.
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Re: Qual o ultimo jogo que você jogou/está jogando?

Mensagempor Arthimura » Dom, 17 Mai 2020, 23:26

Final Fantasy VII Remake devidamente platinado.

O hard mode foi bem interessante, oferece desafios maiores e requer mais estratégia e conhecimento das mecânicas. A Tifa é uma máquina de dano nesse remake.

Curiosamente, os chefes opcionais de end-game, Malboro e Pride & Joy prototype, não são os mais difíceis.
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Re: Re:

Mensagempor Mother_Mazza » Seg, 18 Mai 2020, 22:49

vits escreveu:
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Finalmente zerei Spyro: Reignited Trilogy.

Sobre os jogos em geral, achei eles muito bonitos e bastante fieis. Só teve duas coisas que me incomodaram. A primeira são os controles, não é que eles são ruins, mas a impressão que eu tive era de haver um certo drifting extra em relação aos originais e levei um bom tempo para me acostumar. E a segunda é a falta de conexão entre os extras originais, as conquistas e os pontos de habilidade. Basicamente, pra você realmente zerar esses jogos, você tem que completar todos esses três, que com exceção do terceiro jogo, são bastante desconectados. Tive a impressão que isso foi feito para aumentar o tempo de jogo, já que os originais levavam umas 6 horas cada para serem terminados. Enquanto que Reignited me levou 28 horas.

Uma coisa interessante, é que a minha ordem de preferência entre os jogos mudou graças a essa copilação. Antes ela era 2 > 1 > 3; mas depois de rejogar e perceber quantas coisas desnecessárias o segundo jogo introduziu (mais seções de "não plataforma", backtracking, hubs enormes e vazias, etc...), ela ficou 1 > 2 = 3.

De todos os remakes que joguei, Reignited é o melhor. Já era uma grande fã dos games originais de PlayStation, mas as versões refeitas elevaram ainda mais a minha opinião da série. Os novos designs dos níveis e personagens ficaram simplesmente fantásticos.

Sua ordem de preferência pelos jogos é quase idêntica a minha (na minha opinião, o primeiro é simplesmente imbatível, focando mais em plataforma e exploração ao invés de mini games), exceto que prefiro Spyro 2 ao 3. Enquanto ainda considero ele como um excelente game, acho que Spyro 3 teria sido muito melhor sem os outros personagens jogáveis.
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Re: Re:

Mensagempor vits » Ter, 19 Mai 2020, 09:54

Mother_Mazza escreveu:
vits escreveu:
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Finalmente zerei Spyro: Reignited Trilogy.

Sobre os jogos em geral, achei eles muito bonitos e bastante fieis. Só teve duas coisas que me incomodaram. A primeira são os controles, não é que eles são ruins, mas a impressão que eu tive era de haver um certo drifting extra em relação aos originais e levei um bom tempo para me acostumar. E a segunda é a falta de conexão entre os extras originais, as conquistas e os pontos de habilidade. Basicamente, pra você realmente zerar esses jogos, você tem que completar todos esses três, que com exceção do terceiro jogo, são bastante desconectados. Tive a impressão que isso foi feito para aumentar o tempo de jogo, já que os originais levavam umas 6 horas cada para serem terminados. Enquanto que Reignited me levou 28 horas.

Uma coisa interessante, é que a minha ordem de preferência entre os jogos mudou graças a essa copilação. Antes ela era 2 > 1 > 3; mas depois de rejogar e perceber quantas coisas desnecessárias o segundo jogo introduziu (mais seções de "não plataforma", backtracking, hubs enormes e vazias, etc...), ela ficou 1 > 2 = 3.

De todos os remakes que joguei, Reignited é o melhor. Já era uma grande fã dos games originais de PlayStation, mas as versões refeitas elevaram ainda mais a minha opinião da série. Os novos designs dos níveis e personagens ficaram simplesmente fantásticos.

Sua ordem de preferência pelos jogos é quase idêntica a minha (na minha opinião, o primeiro é simplesmente imbatível, focando mais em plataforma e exploração ao invés de mini games), exceto que prefiro Spyro 2 ao 3. Enquanto ainda considero ele como um excelente game, acho que Spyro 3 teria sido muito melhor sem os outros personagens jogáveis.


Eu era dessa opinião em relação ao 3 original. Mas, no Reignited os personagens extras não me incomodaram tanto assim, talvez porque as seções eram bem mais curtas do que eu me recorda, ou porque não haviam problemas nos controles como no original (Agent 9 com mouse + teclado é muito mais jogável). Porém, eu não sou muito fã dos desafios de skate/snowboard, não me sinto no controle e os bugs de colisão são muito chatos.

Porém, eu ainda considero o level design do 3 superior ao do 2, as plataformas são mais presentes e os níveis mais variados. Ademais, o segundo também tem muita coisa irritante, como ter que refazer os minigames para obter todas as orbs ou ter que fazer um minigame para ativar o próximo minigame, mesmo se você já havia completado o anterior em algum outro momento. E o backtracking é bem pior, já que ao invés de ter algo realmente novo para se ver, ele se resume a você conseguir entrar em um área minúscula agora que vc tem a habilidade necessária - que diga-se de passagem, são super "meh".

Então, no final eles acabaram ficando mais ou menos no mesmo nível. Mas, ambos ficam abaixo do primeiro jogo.
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Agora comecei Crash Bandicoot N. Sane Trilogy , mas não sei se vou terminar. Depois de jogar um platformer complexo e explorativo como Spyro, voltar para a simplicidade de Crash é meio que um balde de água fria. Ademais, esse pulo no primeiro jogo tá bem off mesmo.
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Re: Qual o ultimo jogo que você jogou/está jogando?

Mensagempor Arthimura » Ter, 19 Mai 2020, 20:04

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Terminei o Castlevania: Rondo of Blood, via coletânea Castlevania Requiem.

Sinceramente eu achei que eu fosse gostar mais. Rondo of Blood é um jogo que eu sempre quis jogar, mas como era de PC Engine, historicamente pouco acessível, acabei não jogando antes. Mas já joguei e zerei uma quantidade boa de títulos da franquia Castlevania, tanto dos Metroidvania como dos mais lineares. Inclusive zerei o Super Castlevania IV e o Castlevania Dracula X, esse último sendo uma adaptação do Rondo of Blood pra SNES.

Eu achei um jogo legal, mas entra naquilo que eu comentei no tópico de opiniões impopulares, muito do discurso que os jogos antigos eram melhores e mais difíceis se baseia apenas em nostalgia. O jogo não deve ter durado nem cinco horas, hoje em dia seria inaceitável pagar $40 ou $60 em um jogo que acaba tão rápido.

E os personagens tem uma jogabilidade bem limitada, a dificuldade que o jogo tem acaba sendo um tanto artificial, é mais porque os monstros dão muito dano. O Drácula em si é bem fácil. Por isso que eu falo que, na verdade, antigamente as pessoas eram ruins e tinham menos acesso à informação, não que os jogos fossem necessariamente longos e difíceis.

O maior mérito do Rondo of Blood, ao meu ver, é ter aberto o caminho pro Symphony of the Night e criado um padrão de narrativa e estilo artístico de anime que se seguiu numa ótima época da franquia, trazendo ótimos jogos para PS1/Saturn, GBA e DS.

Inclusive, seria muito legal se portassem os Castlevania de GBA e DS para plataformas modernas. Seria muito legal ter coletânea(s) com Aria of Sorrow, Dawn of Sorrow, Order of Ecclesia, Portrait of Ruin, etc.
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