Sejamos sinceros sobre Breath of the Wild

Agora que a poeira já abaixou.

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Re: Re:

Mensagempor Robert Prado » Qui, 12 Jul 2018, 08:35

Wolflink escreveu:
Nujaka Knight escreveu:
ExtremeZelda escreveu:Acho que nunca vou entender o porque do Arthi comparar todo jogo com Souls like, só nesse tópico já foram 7 comparações. :lol:

Desculpa, mas é a verdade, e te garanto que não sou o único que acha isso. rsrs


Se Soulslike fosse bom mesmo, seria divertido e não estressante. Mas quem gosta de um gênero sempre quer ver as qualidades deles em outros jogos.


Olha não sei quanto a voce, mas eu sempre me diverti jogando os jogos da serie souls, mesmo eles sendo ''dificeis''. E isso vem de uma pessoa que já morreu muito nos jogos da serie. Mas nunca foi algo massante ou estressante ( pra mim).



o fato de eu ser masoquista tbm ajuda huehue

Na verdade mesmo, SoulsBorne não são nem difíceis mesmo (acho que sua aspas nos faz concordar com isso). Se o jogador entende a mecânica do jogo e aprende com ela a não ser afobado, fechar o jogo é bem de boas. E é divertido e recompensador demais.

Agora se o cara joga afobado e não aprende com o jogo, vai passar stress e travar no primeiro boss.
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Re: Sejamos sinceros sobre Breath of the Wild

Mensagempor Rafaelm » Qui, 12 Jul 2018, 08:57

Arthimura escreveu:O combate é raso em comparação com outros jogos de aventura e action RPGs, e também é raso se comparar o que o combate de outros Zeldas representou em suas respectivas épocas, vide a minha resposta pro Sheik.

Aqui tem um exemplo, são quase 4 minutos de possibilidades diferentes com uma única arma, levando em conta que cada arma tem um moveset diferente e que existem diversas outras mecânicas, como parry, backstab, riposte, isso falando só de combate melee:


O combate não é raso, ele pode ser mais simples do que os jogos que falou mas está longe de ser só spamar botão, tu precisa esquivar e defender, pode dar parry, e backstab só não riposte.

Pode usar pedras do cenário para atacar, pode travar ele com o stasis, pode fazer armadilhas , pode usar bombas etc. Pode usar arco e flecha, usar arcos que atiram mais flechas. Pode roubar as armas dos inimigos.

Agora tu me fala como se fosse muito diferente no souls.

Os dois videos que tu mostrou o cara só spamava ataque e esquivava. De que adianta esse "monte" de recursos se a inteligência artificial do inimigo não reage.

O próprio monster hunter mesmo tem um monte de recursos mas basicamente tu só vai atacar com dois botões praticamente, e a esquiva é uma merda lá, só serve pra parar de atacar praticamente com armas pesadas.

Não é necessário fazer uma análise quantitativa, é só todo mundo ter bom senso e honestidade intelectual. Creio que todo mundo consegue concordar que uma quest com um background interessante e que o jogador entra em contato com diálogos, cenários e chefes únicos é muito mais legal do que uma quest que não acrescenta nada e que não trás grandes coisas de jogabilidade. Chega a ser objetivo.

As shrines quests não são muito diferentes, eu fiz uma boa quantia e no geral são apenas side-quests pra você achar um shrine escondido.

Realmente não vejo como minha análise é tendenciosa, qualquer um que tenha um bom conhecimento de RPGs e de jogos de mundo aberto consegue ver que as side-quests do BotW são desinteressantes.

É tendeciosa pois esses mesmos jogos vão ter várias quests simples também, com algumas só se destacando..
E tem quests interessantes no zelda, mas ele é um adventure mano, não é um witcher que é focado em história ao ponto de ficar chato de tanto dialogo que tem o game. Eu mesmo dropei witcher pq não dava pra assistir tanta historia com tão pouco gameplay e ainda com aquele geralt dançante na luta. Mas ainda vou zerar um dia.

A série Soulsborne também tem ambientes vazios e desolados, porém existe muita lore nos cenários e você é muito recompensado por explorar os locais, pois itens extremamente valiosos estão nos lugares que você menos imagina. Pra mim o que faltou no BotW foi isso, recompensas realmente relevantes e uma lore mais elaborada nas regiões do jogo.

Tudo que você fala é só em relação a série souls mano, tu não quer um zelda novo tu quer um genérico do souls.

A nintendo nunca focou em fazer jogos com enredo complicado e jogos complicados , o jogo é acessível até pra uma criança entender porém precisa de dedicação, ele tem uma curva de aprendizagem ótima, coisa que a série souls não tem, a nint sempre buscou fazer jogos acessiveis e de gameplay unicos. Coisa que esse zelda tem, tanto que recebeu o goty e merecido.

Discordo fortemente, diria que o jogo tem uma quantidade bem menor de coisas pra fazer que outros jogos de mundo aberto ou RPGs. Novamente, se puder fale os jogos similares que você anda jogando, só pra eu entender o motivo de você achar que o BotW tem muita diversidade de coisas pra fazer.

Tem armaduras, quests, upgrades, boss, shirines, caças, inimigos raros, koroks seeds, cidades novas, divine beasts, armas.

Tenho mais de 150 horas e tem muita coisinha pra se fazer, mas o jogo é focado em exploração. Sempre que jogo descubro mais coisas no cenário e como o mundo é bem feito e gostoso de explorar. Já em outros jogos tu só vai atrás do objetivo e pronto.


Pelo contrário, eu queria que ele fosse o que o Ocarina of Time foi na sua época.

Also, achei que você ia pelo menos tentar refutar meus argumentos.

Zelda breath foi tão revolucionário quanto ocarina pra sua época man, arriscou fazer um jogo bem diferente da sua época, só que ainda quis ser um adventure e não um rpg.

E não é o que parece, tu só cita souls aqui como se zelda não tivesse caracteristicas unicas também. Monster hunter tem um moveset para cada arma, zelda também, pode ser menor, mas nem sempre entupir de comandos faz um jogo melhor, vide hollow knight que só tem um botao de ataque e uma forma de atacar praticamente, e é muito melhor que trocentos jogos atuais, pois sabe muito bem utilizar o básico do jogo.

Agora que adianta tu ter ataque forte, rápido, médio, especial, guard, parry, se nem um inimigo tem de utilizar esses comandos bem?

O lynel do zelda breath exige muito do jogador para ser derrotado, por exemplo. A menos que você esteja ultra overpowered, coisa que no souls também vai ficar facil ainda mais quando tu já entender bem a mecanica do game. Mas ai tu pode jogar no master mode que ficará mais dificil.

Se o jogador tem que se privar ou escolher por conta própria pro jogo ser difícil, então o jogo foi mal projetado. O jogo é bom de verdade quando os desafios são bem elaborados independente da vontade do jogador. A série Megaman X é desafiadora mesmo se você tiver todos os upgrades. Outro exemplo é no Bloodborne, o jogo limita significativamente os recursos que você tem acesso em cada parte do jogo, você tem limite nos upgrades e vida que pode carregar, principalmente no começo do jogo. Então você tem que vencer com as ferramentas que você tem disponível naquele momento.

Mas isso é para um jogo linear e simples como bloodborne e megaman.

La basicamente você projeta toda dificuldade do jogo num caminho reto. Basicamente o cara sempre chegará lá com powerups e sem eles vai ser quase impossível vencer.

No zelda não há caminhos definidos e a dificuldade mesmo assim se ajusta, colocando inimigos mais fortes a medida que tu vai ficando mais forte derrotando as divine beasts.

Mas zelda é um jogo acessivo e não focado para um público restrito hardcore bitolado, coisa que a série souls é.

A série já foi projetada para ser muito dificil, a série zelda tem uma dificuldade bem mais equilibrada, e esse zelda está numa dificuldade mais interessante, especialmente no master mode, não é tão fácil como estava sendo.

O que conta mesmo é a habilidade mecânica do jogador. Um ótimo exemplo é a luta contra o Father Gascoigne:


Que basicamente o cara só atacou e esquivou mesmo com tantos recursos que tu fala que o jogo tem.
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Mensagempor Sheik » Qui, 12 Jul 2018, 09:55

Twilight Princess foi lançado 4 anos depois do primeiro MonHun. TP tem mecânicas de combate parecidas com as do BoTW. Foco de Zelda nunca foi combate, principalmente nos últimos 10 anos
E se você quiser comparar com o OoT, praticamente todas as mecânicas de combate estão presentes em BOTW.
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Re: Sejamos sinceros sobre Breath of the Wild

Mensagempor Shenu » Qui, 12 Jul 2018, 10:25

Arthimura deve pensar que só existe o estilo de combate "hardcore" e os outros devem serem exterminados.
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Agradeço ao Felipe Fabricio pelo 7
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Re: Sejamos sinceros sobre Breath of the Wild

Mensagempor Nightwalker » Qui, 12 Jul 2018, 11:17

SPOILER


1) Dos jogos Zelda. O que você falou lá de principal foi do z-targeting. Essa mecânica foi feita pensando na movimentação em ambientes 3D, foi parte do trabalho que a Nintendo iniciou no mario 64 basicamente, em planos para permitir uma boa jogabilidade em ambientes tridimensionais Z-targeting pode ser usado para conversar com NPC's por exemplo (e o primeiro contato no jogo com esse sistema é justamente falar com uma Kokiri sentada num lugar alto). Minha discussão se focava mais em mecânicas usadas diretamente para ferir e matar os adversários. O contexto histórico e a noção altamente subjetiva de "proporcionalidade de impacto" pra min não importa muito. Estamos no agora, e não na época, logo vou olhar principalmente para as mecânicas disponíveis em cada um, puramente.

Zelda ALTTP tem um ataque básico ao invés de combo, e o ataque tem amplitude um pouco maior que noventa graus, partindo do lado esquerdo até passar um pouco da frente do link, deixando parte o lado direito sem "hitbox" o que forcava a um posicionamento não muito natural para acertar alguns inimigos as vezes. Segurando o botão de ataque e andando pra frente tem stabs, e soltando o botão tem o fire spin. Com life cheio tem golpe especial.

Zelda OoT tem tudo isso, mas tem combo de 3 hits, e segurando o analógico para um lado o combo muda, e segurando para frente vira stab. Jump attack apareceu.

Zelda MM expandiu adicionando transformações com movimentos próprios, spins e bolha do deku, barbatana e "boomerang" do Zora e socos e roll do Goron.

Zelda WW não mais tem as transformações, mas o combo aumentou o número de hits, e foi adicionado técnicas de espada, como shield bash e o side spin com ataque nas costas do inimigo.

Zelda minish cap, volta a ser mais simples, mas o swing da espada agora é de 180 graus e ainda possui técnicas de espada.

Zelda TP remete bastante ao do OoT, mas tem várias técnicas de espada que podem ser aprendidas, mas que WW, e mantem as mais eficientes como o citado side spin.

Zelda SS remove alguns técnicas e mantem outras, mas adiciona a mecanica de angulação, onde agora golpes podem ser ângulados como desejar, e inimigos precisam de golpes de orientação específica, ou de forma a revelar fraquezas, como o inimigo que é um tipo de poste com um olho, e você o corta horizontalmente para reduzir o tamanho dele até o seu, para então usar um stab no olho. Adicionou o skyward strike também.

BOTW não usa mais angulação especifica dada a ausência de controles de movimento, mas no lugar adicionou tudo aquilo que eu disse.

Por tal motivo, acredito que é o que tem maior variedede e possibilidades na batalha. 164 pessoas que votaram também pensam dessa forma.

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https://gamefaqs.gamespot.com/boards/18 ... d/75141194.

Vejo que discorda, mas bem, seu tópico pediu opiniões. Dei a minha, e agora também a de 305 pessoas. Espero que satisfaça sua curiosidade.

2) Dos adventure/RPG, você não mostrou nenhum (ordem dos fatores antes e depois da barra importa). Mostrou RPG/action e aqui era óbvio que seriam mais complexos, é isso que é um dos focos destes jogos, não de Zelda. Eles não são parecidos (principalmente Monster Hunter). Então a comparação realmente não diz muita coisa. É como fazer " Zelda tem pluzzles bem melhores que os souls e monster hunter", ora, tudo bem, Zelda se propôs a dar um foco maior nesse aspecto do que esses outros jogos, nada de surpresa.

3) O que você esta considerando bom senso é uma percepção subjetiva do que é bom e o que não é. A análise quantitativa iria diminuir o grau de subjetividade um pouco, foi apenas isso que eu disse. Da analise tendênciosa, fica claro pra você que não é porque você é você, sabe o que passa na sua mente e suas intenções. Outras pessoas não sabem, como eu, não posso ler sua mente e intenções, logo sou obrigado a trabalhar com todas as hipóteses. O bias era uma hipótese. Mas tudo bem, se você esclacereceu que não era a intenção, justo, acreditarei em você então.

4) Eu não disse que acho as sidequests do BOTW boas. Também não disse que acho elas ruíns, na verdade, não apresentei minha opnião sobre elas. Veja de novo, disse que não iria questionar isso, não tenho interesse. O que eu questionei foi sua abordagem ao apresentar exemplos de quests de BOTW, a abordagem minimalista.

Quando eu mencionei a quantificação, que admito, daria muito trabalho, você não quis fazer, mas agora me pede para eu explicar quests que eu ache boas, o que vai me dar muito trabalho, meio injusto você, não? XD. Brincadeiras a parte, vou atender esse pedido dessa vez, embora vá me tomar mais tempo do que eu deveria passar aqui. Vou citar uma quest que achei muito muito marcante e interessante e que de quebra é ideal para me permitir demonstrar que contexto é importante e que abordagem minimalista não é adequada. Para isso, vou apresentá-la de duas formas diferentes, uma minimalista, e outra com contexto. É uma Normal mission de Xenoblade Chronicles X.

4.1) Com a abordagem minimalista que você usou para as quests do BOTW:

. Ao chegar no local A, quest se inicia.
. Pegue n items para NPC X.
. Fale com NPC Y no local A.
. Vá a local B.
.Fale com NPC Z
.Volte até o local A.
. Quest completa.

É isso, não parece nada de interessante, mas talvez desse jeito seja difícil julgar, vamos ver de outra forma então.

4.2) Apresentando o contexto. A quest se chama, The Miracle Maker, " O Realizador de Miligres".

Ao chegar na Catedral do distrito residencial de NLA, o grupo se depara com uma discussão. No local há Ma-non (raça alienígena do jogo) e uma Humana, chamada Frasie, líder de um culto da igreja. O grupo fica sabendo que ultimamente vários Ma-non de NLA tem ficado severamente doentes, e ninguém até então era capaz de dizer o que estava acontecendo, muito menos curá-los, incluindo os próprios doutores Ma-non, cuja tecnologia é superior a humana. Porém, Fraise uma líder da catedral oferece ajuda aos infermos, oferecendo a palavra de um Deus, the Miracle Maker, e uma água/elixir milagrosa. Estes Ma-nos tratados com ela acabam melhorando, e acabam se convertendo ao culta da religião que ela prega, pois essa religião fez o que nem a ciência avançada deles foi capaz. Fraise possui também uma assistente Ma-non, uma fiel devota que a ajuda com os assuntos do culto. A discussão que o grupo presenciou era entre Frasie, e um Ma-non cientista e cético, que suspeitava que algo estranho estava acontecendo e queria uma amostra da água milagrosa, para análise laboratorial. Ele dizia que crenças em deuses invisíveis sem nenhuma evidência é tolice, ela dizia que ele é herege e estava querendo corromper os outros. Mas pressionada por ele (a discussão era em publico, na frente dos fieis e na frente do nosso grupo) ela aceita uma proposta, dar um pouco da água milagrosa a ele, se trazerem pra ela 2 items que estavam em falta no estoque da catedral. O ma-non cientista aceita a proposta.

Sabendo que não seria fácil encontrar os 2 items, o cientista pede nossa ajuda para desmascarar a suposta farsa. Aceitamos então ir buscar os items enquanto ele investigar as redondezas da estação de tratamento de água de NLA, que segundo ele, foi onde ocorreu os primeiros casos da doença.

Ao encontrar os items e voltarmos a catedral, o cientista nos conta que não pode investigar a região de estação de tratamento (que fica fora de NLA), pois foi atacado por criaturas nativas e teve que fugir. Os items são entregues a Fraise, e ela acaba então dando uma amostra da água abençoada ao cientista. O cientista propõe que nossa grupo tente investigar então a estação de tratamento, enquanto ele analisa a água.

Durante as investigações, nossa grupo encontra algo que chama atenção. A Ma-non assistente da Fraise estava em uma região próxima da estação de tratamento, num local por onde a água coletada estava. Ela parecia tentar adicionar algo, quando o grupo a interrompe. Ela é questionada a dizer o que estava fazendo. Pressionada, ela diz que estava fazendo parte do ritual que formulava a água milagrosa. Se sentindo encuralada e assustada ela pede então intervenção do Deus, e bebe dos conteúdo que carrega. Nota-se que ela realmente acredita no Deus, acredita que ele o ajudaria.
Ela morre,
com alguns delírios durante o processo. O Deus não realizou um milagre por ela.
Não restando mais nada a se fazer, o grupo coleta o conteúdo que estava com ela e retorna a catedral. Lá o cientista e a Fraise estavam novamente a discutir. O grupo chega e conta o que aconteceu. Em publico, na frente dos fieis. Fraise nega. O cientista pede então o conteúdo que o grupo trouxe, e diz que acabará com a farsa de uma vez. Ele bebe, e começa a morrer. Ele diz que o que estava sendo efeito é que alguém de grande conhecimento, havia projetado um veneno até então desconhecido, que afetava a biologia dos Ma-nons, e que a água milagrosa, era água com uma dose de antidoto deste veneno, para que o culto fosse visto como milagroso. Ele bebe a amostra de água que havia ganhado mais cedo na quest, e gradativamente se recupera. Com essa demonstração, os Ma-nons fieis se sentem enganados pela Frasie, o culto havia sido exposto. Surpresa e assustada, Fraise consegue fugir, dizendo que não deveriam ter brincado com a irá deste Deus.

É, vendo assim, me parece que contexto importa muito. A quest foi memorável para min por trabalhar com temas interessantes e tão polêmicos abertamente. Ao final disso tudo o cientista agradece, e diz que como esperava, religiões são fúteis ou ilusões, e que a espécie Ma-non chegou tão longe sem nunca ter precisado de religiões, não seria agora que precisariam disso. Nosso avatar recebe opção de retruca, uma mais ou menos esperada, a de que o cientista não deveria extrapolar o ocorrido para concluir algo sobre todas as religiões. Outra, inesperada para min, o jogo dava a opção de concordar com a declaração do cientista. Na hora eu lembrei de como falam do diretor Takahashi e dos temas gnósticos de Xenogears, e agora, tinha presenciado essa quest, num jogo Nintendo first party não menos. Válido apontar também, essa quest tem um follow up, não entrarei em detalhes, mas Fraise também legitimamente acreditava no Deus, porque? essa quest follow up inclui outra raça de alienienas do jogo, os Definian, que possuem uma habilidade peculiar, eles são shapeshifting...

5) Justo, não é a forma que vejo, mas justo.

6) Aparentemente você não viu o vídeo. Ele fala de full open worlds e jogos de mundo vasto. Souls não é nenhum dos dois. Por isso, o uso de empty space deles tem propósito e metodologia diferente (vejo aqui que não é atoa o comentário do Extremezelda).

7) E você discordar fortemente é, em ultima instância, irrelevante (sei que soa rude dizer isso, mas não é minha intenção). Você mesmo já deve estar ciente, BOTW foi de cabo a rabo comparado com todos os jogos possíveis, principalmente open worlds. Comparado com elder scrolls, com todos os open worlds da Ubisoft, assassins creed, far cry etc, com the witcher 3, com fallout, com final fantasy XV, etc, etc etc. E o consenso geral é que BOTW é aula de como fazer open world e mundo. Seu tópico pedia por opiniões, essa é a geral, a da maioria. Como você quer lidar com isso, fica pra você.
Editado pela última vez por Nightwalker em Qui, 12 Jul 2018, 14:05, em um total de 4 vezes.
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Re: Re:

Mensagempor Wolflink » Qui, 12 Jul 2018, 12:06

Robert Prado escreveu:
Wolflink escreveu:
Nujaka Knight escreveu:
ExtremeZelda escreveu:Acho que nunca vou entender o porque do Arthi comparar todo jogo com Souls like, só nesse tópico já foram 7 comparações. :lol:

Desculpa, mas é a verdade, e te garanto que não sou o único que acha isso. rsrs


Se Soulslike fosse bom mesmo, seria divertido e não estressante. Mas quem gosta de um gênero sempre quer ver as qualidades deles em outros jogos.


Olha não sei quanto a voce, mas eu sempre me diverti jogando os jogos da serie souls, mesmo eles sendo ''dificeis''. E isso vem de uma pessoa que já morreu muito nos jogos da serie. Mas nunca foi algo massante ou estressante ( pra mim).



o fato de eu ser masoquista tbm ajuda huehue

Na verdade mesmo, SoulsBorne não são nem difíceis mesmo (acho que sua aspas nos faz concordar com isso). Se o jogador entende a mecânica do jogo e aprende com ela a não ser afobado, fechar o jogo é bem de boas. E é divertido e recompensador demais.

Agora se o cara joga afobado e não aprende com o jogo, vai passar stress e travar no primeiro boss.



Isso mesmo mano, os inimigos seguem um padrão. A partir do momento que você entende as mecanicas do jogo acaba toda aquela DIFICULDADE que o povo tanto fala.
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Re: Re:

Mensagempor Nujaka Knight » Qui, 12 Jul 2018, 13:51

Wolflink escreveu:
Nujaka Knight escreveu:
ExtremeZelda escreveu:Acho que nunca vou entender o porque do Arthi comparar todo jogo com Souls like, só nesse tópico já foram 7 comparações. :lol:

Desculpa, mas é a verdade, e te garanto que não sou o único que acha isso. rsrs


Se Soulslike fosse bom mesmo, seria divertido e não estressante. Mas quem gosta de um gênero sempre quer ver as qualidades deles em outros jogos.


Olha não sei quanto a voce, mas eu sempre me diverti jogando os jogos da serie souls, mesmo eles sendo ''dificeis''. E isso vem de uma pessoa que já morreu muito nos jogos da serie. Mas nunca foi algo massante ou estressante ( pra mim).



o fato de eu ser masoquista tbm ajuda huehue


Cara, eu curto bastante você poder correr ou driblar o inimigo, enganar ele e usar o ambiente a seu favor no combate de BotW. A combinação do mapa aberto com o estilo de combate me agrada mais que souslike.

E meu PC trava no dragão de cristal do DS1 (não remaster) quando ele usa o ataque que cristaliza o chão, então nunca zerei o jogo, fora a parte de ter más experiências com tudo isso de posicionamento e timing e jogar Dark Souls no teclado. Eu gosto mais da valorização da aventura em um jogo, nem tanto da dificuldade.

Só para adicionar mais uma história, da única vez que eu joguei o Dark Souls 3, eu morri oitocentas vezes antes de chegar numa campfire, e quando eu ia chegar nela, morri por dano de queda. Desistência e retorno para casa foram a solução.
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Mensagempor GrayFox » Qui, 12 Jul 2018, 13:58

Acho que o maior problema de BotW é a falta de sidequests recompensadoras e que ofereçam algum worldbuilding decente. A maior parte delas se limita a ser MMORPG-tier, nos dois aspectos, e isso é meio decepcionante, considerando que é um jogo de open-world que não tem muito mais a oferecer do que "você pode chegar ali assim, ao invés de assim!", em um mundo efetivamente morto (a não ser que você ache excitante observar como o clima se comporta).

As armas quebráveis, enquanto são uma ideia interessante, limitam muito o jogo, porque todos os inimigos que você deve enfrentar devem carregar alguma arma pra substituir a sua, o que limita muito o tipo de inimigo que você enfrenta e as abordagens possíveis ou necessárias pra se enfrentá-los em um combate, o que realça o quão mais raso o seu moveset é em relação a, por exemplo, Twilight Princess (cujo problema foi mais não aproveitar esse moveset).
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Mensagempor Silver Snivy » Qui, 12 Jul 2018, 15:31

Do BOTW,so nao curti o boss final,e as side quests normais que dão itens que não valem o esforço da quest (geralmente te dao itens fáceis de se achar no mapa,tirando algumas quests que te dão diamantes). Porem pra compensar as sidequests normais,as shirine quests sao bem legais,e sempre valem a pena no final.
:frango: You've Found a Super Chicken!!
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Re: Re:

Mensagempor Arthimura » Sex, 13 Jul 2018, 02:03

Ryuma escreveu:A proposta de Zelda não é, nem nunca foi, a de um jogo com combate complexo.
Zelda é um jogo de exploração.

Carece de fontes.

Zelda é um jogo que mistura combate com exploração e puzzles. Dizer que algum desses elementos não são a proposta é errado.

Como disse, até o Nintendo 64 os jogos tinham um combate acima da média se comparados aos jogos da mesma época e eram considerados jogos difíceis.

Robert Prado escreveu:
Wolflink escreveu:
Nujaka Knight escreveu:
ExtremeZelda escreveu:Acho que nunca vou entender o porque do Arthi comparar todo jogo com Souls like, só nesse tópico já foram 7 comparações. :lol:

Desculpa, mas é a verdade, e te garanto que não sou o único que acha isso. rsrs


Se Soulslike fosse bom mesmo, seria divertido e não estressante. Mas quem gosta de um gênero sempre quer ver as qualidades deles em outros jogos.


Olha não sei quanto a voce, mas eu sempre me diverti jogando os jogos da serie souls, mesmo eles sendo ''dificeis''. E isso vem de uma pessoa que já morreu muito nos jogos da serie. Mas nunca foi algo massante ou estressante ( pra mim).



o fato de eu ser masoquista tbm ajuda huehue

Na verdade mesmo, SoulsBorne não são nem difíceis mesmo (acho que sua aspas nos faz concordar com isso). Se o jogador entende a mecânica do jogo e aprende com ela a não ser afobado, fechar o jogo é bem de boas. E é divertido e recompensador demais.

Agora se o cara joga afobado e não aprende com o jogo, vai passar stress e travar no primeiro boss.


Exato, os jogos tem uma dificuldade na medida certa para serem desafiadores e ao mesmo tempo prazerosos de jogar. Quando o jogador entende os fundamentos do jogo fica muito mais tranquilo, apesar de algumas partes na primeira vez serem difíceis mesmo para jogadores experientes.

Eu já percebi conversando com algumas pessoas que tenho uma facilidade acima da média com a série Soulsborne, mas mesmo assim acredito que qualquer um possa aproveitar. Considero que no mundo dos vídeo-games existem muitas coisas MUITO mais desafiadoras.



SPOILER



Eu não citei apenas a série Soulsborne, comparei com Red Dead Redemption e Dragon's Dogma também. O ponto é que em outros jogos a porcentagem de side-quests interessantes é muito maior, e também oferecem um endgame mais rico.

Você comentou que não adianta ter várias possibilidades de comandos se não precisa usar, mas na série Soulsborne e no Monster Hunter você precisa sim, ou pelo menos irá penar muito em certas lutas se não usar as mecânicas direito.

Nos vídeos que eu mostrei tem bem mais coisa, mas você precisa entender das mecânicas do jogo. No do Demon's Souls o jogador usa uma buff que reduz em 50% o dano físico, e no do Bloodborne ele dá alguns front stabs que permite executar um Visceral Attack. Também dá pra usar uma caixa de música pra atordoar os Gascoigne. Mas busquei postar vídeos de jogadores medianos jogando só pra mostrar o padrão dos jogos, você pode buscar vídeos de jogadores melhores ou de PvP pra ver o uso mais aprimorado das mecânicas. Busque por runs de no damage ou SL 1.

Os Lynel eu achei que são apenas esponjas de dano.

Você comentou sobre a linearidade dos jogos, o Dark Souls não é linear e mesmo assim consegue manter um grau significativo de dificuldade. Dragon's Dogma também. Quando o jogo tem mecânicas mais elaboradas fica mais fácil de criar desafios independente do momento do jogo que o jogador está, agora quando a dificuldade é baseada apenas em números (i.e: inimigo é difícil apenas por ter muito HP e causar muito dano), fica muito propenso aos desafios ficarem obsoletos. É o que aconteceu com o BotW.

E discordo totalmente que o BotW é equivalente ao que o Ocarina of Time foi na época dele, não chega nem perto. E inclusive gosto muito mais das side-quests do Ocarina of Time, eram mais interessantes em termos de background e world-building, e também ofereciam recompensas mais relevantes.



SPOILER



1) A opinião popular não importa, antigamente as pessoas achavam que a Terra era plana, todo mundo acreditar nisso não fez com que fosse verdade. O BotW não faz mais do que a obrigação de ter um combate melhor que dos Zeldas anteriores, afinal foi lançado décadas depois. Tem alguma coisa muito errada se a Nintendo não conseguir fazer em 2017 um combate melhor que o de 1997.

Mas o pior é que mesmo assim não é absoluto, porque praticamente todo mundo prefere as boss fights dos Zeldas anteriores que do BotW.

E a sua descrição dos combates da série só comprovam como o BotW não trouxe muitas coisas novas, e está bem longe do estado-da-arte de combates nesse tipo de jogo.

2) Gêneros são em muitos casos subjetivos e arbitrários. O que importa é a essência do jogo, querer definir qual elemento prevalece no jogo é pura opinião.

Dragon's Dogma e Red Dead Redemption tem propostas bem parecidas, então a comparação é imensamente válida. Um outro jogo que acho válido comparar é o God of War, ambos tem combate em tempo real e um mundo vasto pra explorar, mas as side-quests no God of War são bem mais interessantes, o combate é bem mais complexo e ainda tem as Valquírias de conteúdo endgame.

No God of War existem diversos combos diferentes, dá pra refletir projéteis com o escudo se defender no momento certo, o Machado de Gelo e as Chaos Blades tem movesets únicos com combos únicos, uma congela e a outra queima, existe combate desarmado também, diversas combinações possíveis de equipamentos e runas, parry no momento certo pra desestabilizar os inimigos, mecânica de fúria, etc.



E as side-quests são muito legais, todas te levam pra lugares inéditos e contribuem para a construção do mundo do jogo.

3) Ainda considero que com bom senso e honestidade intelectual dá pra discutir muita coisa. Dá pra deixar o gosto de lado e se basear em fatos para fazer uma análise objetiva.

4) Eu zerei o Xenoblade Chronicles X também, fiz essa side-quest e também gostei. É um outro exemplo de jogo com side-quests melhores. O problema é que no BotW não tem side-quests com um background interessante como esse e como em outros jogos.

Pode me dizer quais side-quests do BotW oferecem reflexões do nível das do XCX? Ou o mesmo grau de aprofundamento dos personagens que as quests dos personagens recrutáveis no XCX?

6) Eu fui dando umas clicadas e vendo de uma forma geral o conteúdo do vídeo. É muito comentário opinativo criado só pra justificar o mundo do BotW, não é um conteúdo teórico de game design.

Em todo caso, ICO e Shadow of the Colossus fazem bem melhor essa parte de cenários vazios, conseguem evocar emoções nos jogadores de forma muito mais efetiva.

7) Tudo nesse fórum é irrelevante, é só pra passar o tempo mesmo. Mas tem que ser muito leigo pra achar que BotW dá aula de como criar um open world.

Mas é só o XCX que você tem pra usar como comparação de open world? Porque pra falar que o jogo dá aula de open-world tem que estar muito embasado. É tipo alguém comer pela primeira vez num restaurante de comida mexicana da cidade e sair falando que lá tem a melhor comida mexicana do mundo. Se você não experimentou outras não tem propriedade pra falar.

Nujaka Knight escreveu:
Wolflink escreveu:
Nujaka Knight escreveu:
ExtremeZelda escreveu:Acho que nunca vou entender o porque do Arthi comparar todo jogo com Souls like, só nesse tópico já foram 7 comparações. :lol:

Desculpa, mas é a verdade, e te garanto que não sou o único que acha isso. rsrs


Se Soulslike fosse bom mesmo, seria divertido e não estressante. Mas quem gosta de um gênero sempre quer ver as qualidades deles em outros jogos.


Olha não sei quanto a voce, mas eu sempre me diverti jogando os jogos da serie souls, mesmo eles sendo ''dificeis''. E isso vem de uma pessoa que já morreu muito nos jogos da serie. Mas nunca foi algo massante ou estressante ( pra mim).



o fato de eu ser masoquista tbm ajuda huehue


Cara, eu curto bastante você poder correr ou driblar o inimigo, enganar ele e usar o ambiente a seu favor no combate de BotW. A combinação do mapa aberto com o estilo de combate me agrada mais que souslike.

E meu PC trava no dragão de cristal do DS1 (não remaster) quando ele usa o ataque que cristaliza o chão, então nunca zerei o jogo, fora a parte de ter más experiências com tudo isso de posicionamento e timing e jogar Dark Souls no teclado. Eu gosto mais da valorização da aventura em um jogo, nem tanto da dificuldade.

Só para adicionar mais uma história, da única vez que eu joguei o Dark Souls 3, eu morri oitocentas vezes antes de chegar numa campfire, e quando eu ia chegar nela, morri por dano de queda. Desistência e retorno para casa foram a solução.


Você também não colabora, o jogo não foi projetado pra jogar num teclado, e sim em controle.

Dependendo você pode considerar pegar um PS3 ou PS4 caso não tenha, dá pra jogar toda a série neles sem problemas. Mas até a minha HD5830 rodava o Dark Souls de boa, talvez você esteja usando uma configuração muito pesada do DSFix.

GrayFox escreveu:Acho que o maior problema de BotW é a falta de sidequests recompensadoras e que ofereçam algum worldbuilding decente. A maior parte delas se limita a ser MMORPG-tier, nos dois aspectos, e isso é meio decepcionante, considerando que é um jogo de open-world que não tem muito mais a oferecer do que "você pode chegar ali assim, ao invés de assim!", em um mundo efetivamente morto (a não ser que você ache excitante observar como o clima se comporta).

As armas quebráveis, enquanto são uma ideia interessante, limitam muito o jogo, porque todos os inimigos que você deve enfrentar devem carregar alguma arma pra substituir a sua, o que limita muito o tipo de inimigo que você enfrenta e as abordagens possíveis ou necessárias pra se enfrentá-los em um combate, o que realça o quão mais raso o seu moveset é em relação a, por exemplo, Twilight Princess (cujo problema foi mais não aproveitar esse moveset).


Concordo, e diria que são abaixo de MMORPG-tier. Upei um Paladino até o level máximo do Mists of Pandaria no World of WarCraft fazendo apenas quests e dungeons, pude ver as quests e temáticas de diversas zonas e digo que mesmo sendo um MMORPG tiveram quests muito mais marcantes que no BotW.
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    • + 3

Mensagempor Rafaelm » Sex, 13 Jul 2018, 08:43

O problema que esse leigo que tu fala foram os próprios criadores do the witcher 3.
E o próprio GOW que tu cita foi inspirado no Zelda novo, palavras dos criadores também. Fora que o Diretor do FFXV já disse que pensa em se inspirar no BotW para o seu próximo projeto.

fontes:
http://www.nintendolife.com/news/2017/0 ... f_the_wild

https://www.eurogamer.pt/articles/2017- ... d-of-zelda

https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/zel ... witcher-3/

https://www.gamezone.com/news/final-fan ... t-3457423/

E se a opinião de muitas pessoas não importa, quanto mais a tua que é toda falha, distorcida e mentirosa.

E o cara insiste que o combate do zelda é raso.

A maioria da coisas que tu fala ai do God of War novo tem no zelda:
- parry,
-parry que desestabiliza o iniimgo,
-parry que devolve projeteis no inimigo, (laser azul do guardian faz isso em 3 parrys ele morre)
-esquiva,
-flurry,
-stun no inimigo,
-charged atack,
-runas stasis que paralisa o inimigo,
-runa magnect para usar elementos do cenário na luta,
-runa cryogenic pra batalhas na agua se protegendo dos ataques com uma coluna de gelo, ---runa bomba pra armadilha e ataque,
-combate com cavalos e com a moto,
-backatack pra maior dano,
-moveset unico pra cada arma, (e no lugar de uma arma são mais de 100 porém com umas 6 tipos de variação de moveset, espada, katana, espada de duas mãos, lança, arco e flecha, boomerang),
-aumentar o ataque, defesa, steamina, furtividade (que seria o equivalente a magia buff lá do dark souls) com comida ou armaduras,
-armas elementais: fogo causa mais dano, gelo congela e mata fogo instantenamente, paralisa remove arma para serem roubadas, ancient mata inimigos caso atire a flecha na cabeça porém evapora os itens do inimigo também.
-Diversidade e Upgrade de armadura que dão novas habilidades, e da master sword para mais dano.

Você deve ter jogado outro jogo. Ou só tá de hater mesmo pro jogo. Pq ele tem tudo isso e tu insiste nesse argumento falho.

A unica coisa que dá pra concordar que as quest dão iten zoados mesmo, mas tem quests boas e divertidas lá também: Se quer uma quet boa tem a de construir a vila Tarrey recrutando os personagens ou a quest da DLC que é muito interessante junto com o templo novo. As prórias dos shirine quests como a dos 3 koros são diferente e interessantes.


----
Esse tanto de possibilidade novamente é usado pouco no video, o cara acho que deu um parry a luta toda, mal esquivou, e usou praticamente o ataque basico, e duas skills a de gelo e a spartam rage.

É o mesmo caso de fable, dá pra tu fazer um monte de coisa, builds etc, mas que não influenciam em quase nada na luta, pq a Inteligencia artificial do jogo mal reage a tudo isso.

Te garanto que em todos jogos que tu citou e inclusive no zelda só com o ataque basico e com esquiva tu zera todo ele. (alias não dá pq tem chefes que precisam usar arco e runas)

No zelda até mesmo os inimigos chutam as bombas e pegam armas do chão, fogem de você etc. Você vê que não adianta entupir o personagem de poder: tipo um rpg de turno se todos eles são dispensáveis.
Editado pela última vez por Rafaelm em Sex, 13 Jul 2018, 13:45, em um total de 24 vezes.
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    • + 7

Mensagempor Shenu » Sex, 13 Jul 2018, 09:58

Que tipo de droga o Arthimura usa? Quero saber, preciso ficar doidão.
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Agradeço ao Felipe Fabricio pelo 7
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    • + 1

Mensagempor Spyro, the Dragon » Sex, 13 Jul 2018, 11:47

O cara acha que o combate de God of War é profundo kkk, pqp.
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Re:

Mensagempor Wolflink » Sex, 13 Jul 2018, 12:00

Spyro, the Dragon escreveu:O cara acha que o combate de God of War é profundo kkk, pqp.


Olha, se comparado aos 6 jogos anteriores, eu afirmo que é claramente mais profundo ( apesar de que existe uma disparidade enorme se comparado aos jogos anteriores)

Joguei todos os jogos da serie.
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Re:

Mensagempor Robert Prado » Sex, 13 Jul 2018, 12:16

Spyro, the Dragon escreveu:O cara acha que o combate de God of War é profundo kkk, pqp.

Ele se refere ao God of War do PS4
E sim, é bem profundo. Revitalizou a franquia
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