[NBBR] - Nintendo Blast: Battle Royale

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Re:

Mensagempor Matemática » Qui, 12 Jul 2018, 23:26

Schweppes escreveu:meu par é a dona da fic, e o de vocês? rs

eu furei o olho do bob, ando com uma onça -q
e pensava que o "Tom" do felipe era o das olimpíadas (aquele oddish lá) lalalala
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Re:

Mensagempor Gian » Sex, 13 Jul 2018, 01:04

Huligi escreveu:Petição para uma série na Netflix, onde?

Petição para uma série na ABC, onde?
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Kratos to Atreus: "Who I was is not what you will be. We must be better."

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Mensagempor Zuado Pela Vida » Sex, 13 Jul 2018, 11:10

Sabia que hora ou outra ela iria tornar isso em uma fanfic yaoi

MACACA DESGRAMADA!!! Por isso bicho bom é bicho morto.
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Re: Re:

Mensagempor Felipe_Vieir4 » Dom, 15 Jul 2018, 21:41

Matemática escreveu:
Schweppes escreveu:meu par é a dona da fic, e o de vocês? rs

eu furei o olho do bob, ando com uma onça -q
e pensava que o "Tom" do felipe era o das olimpíadas (aquele oddish lá) lalalala

gente EU ACHAVA QUE ERA O DAS OLIMPIADAS TAMBEM drfgthyujia
só me toquei agora que é o outro tom -q
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Mensagempor blordello » Seg, 16 Jul 2018, 01:28

Capítulo 4

Guilherme estremeceu, sua mão tateou o chão até ir de encontro com a mão de Mikael. Pensou que iria morrer, engoliu em seco. Poderia ser sua última chance... Não pensou duas vezes, colou seus lábios nos do amigo, o puxando pela gola da camisa. Matheus arregalou os olhos ao notar o que estava ocorrendo, e Mikael estava mais vermelho do que um tomate. Os olhares, perdidos, que não se encontravam nem por nada.

-...Não vou atrapalhar o momento de vocês. - disse Matheus, guiando a onça para mais perto dos dois. - Mas ouçam bem. - avisou, apontando seu facão para o rosto do atibaiano, que suava frio. - Eu vou vencer. - fez um arranhão na bochecha do mesmo. - Cedo ou tarde, a hora dos pombinhos vai chegar. - afastou-se, seguindo para dentro da floresta. Trincou os dentes, irritado. Queria ter sido forte o suficiente para acabar com os dois ali, tinha medo de que os mesmos pudessem tornar-se um problema mais tarde. No entanto, estava anoitecendo... Já viria um novo dia. E as balas Fini no café da manhã lhe dariam um ótimo gás.

- Guilherme. - após um tempo em silêncio, Mikael se pronunciou. O outro assustou-se ao ouvi-lo, dando atenção ao mesmo. - O que você ia falar? - perguntou, sem olhar nos olhos dele.

-...A-Acho que agora que eu fiz não preciso falar. - o nervosismo estava explícito em sua voz, não sabia onde enfiar a cara. Dessa vez, ele que foi puxado pela gola da camisa para mais um beijo, mais demorado.

- Vamos... Mudar de lugar. - falou, pegando suas coisas no chão. Guilherme o encarou, sem entender. - A fumaça deve atrair gente pra cá, fora que o Matheus já nos achou. Precisamos ir pra um lugar seguro.

- Mas, Mikael... Está frio. - repetiu o gesto dele, arrumando suas roupas.

- Damos um jeito nisso. - disse, rindo da cara que Guilherme havia feito. Começou a andar, sendo seguido pelo artesão para o lado oposto ao qual Matheus havia ido. Após encontrarem um local que julgavam seguro, instalaram-se no mesmo. Mikael tirou a camisa e a entregou ao amigo, apontando para o chão, onde o mesmo deveria se deitar. - Eu fico de vigia, daqui a um tempo te chamo... Pode descansar. - sentou-se de costas para Guilherme, e estava tremendo de muito frio. Ele puxou sua maleta para usá-la como travesseiro, e olhou para Mikael enquanto bocejava. Usou a camisa dele para cobrir-se, estava quentinho...

- Você vai ficar bem sem camisa? - perguntou, preocupado.

- S-Sou resistente ao frio. - bateu os dentes, tremendo. Sua descendência também não ajudava muito nesse quesito...

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DIA 2

No dia seguinte, André e Bina caminhavam pela ilha. Estavam com muita, muita fome... Não estava sendo fácil. Adentraram na floresta, onde tinham a mínima esperança que fosse de encontrar frutas. Porém, a carioca parou de andar ao ver Vinícius estirado no chão com a cabeça sangrando. Abaixou-se, ele não respirava mais... Tocou seu rosto, que estava gelado e os lábios, sem cor. Lágrimas formaram-se em seus olhos, soluçou baixo e se levantou.

- Betânia, você tá be-... - quando completaria a frase, levou um susto ao ouvir o barulho que um soco dela numa árvore fez.

- Eu já sei quem foi. - começou a caminhar a passos largos, André a seguiu de prontidão, olhando para os lados para certificar-se que ninguém viria.

- Vamos mais devagar, vai que alguém aparece. - ele disse, mas não foi o suficiente para pará-la.

- Quem se meter no meu caminho vai capar. - empunhou seu soco inglês, apertando o passo. O olfato de uma pessoa treinada no Rio de Janeiro é muito aguçado, Bina seguia seus sentidos como ninguém. Após um tempo, aproximou-se de seu alvo. Deparou-se com um homem de costas, que segurava uma pá enorme com a mão direita.

- Beatrícia, tome cuidado. - falou, vendo que a carioca não estava mais ao seu lado. Havia corrido e pulado pra acertar com tudo a cabeça de Andy, que gritou na hora e caiu no chão. O acertou com o soco inglês inúmeras vezes. Estava pondo ali todo seu ódio, toda sua força... Estava chorando quando terminou.

- É pelo o que fez com o Vinícius... - bateu mais uma vez, e André veio correndo retirá-la de cima dele.

- Já chega, ele já morreu. - disse para Bina, que chorava muito. - Temos que continuar, firmes. - ela soluçou novamente, e o baiano tentava acalmá-la da maneira que podia. Abraçou-o, forte.

Restam 13 participantes.

Felipe Fabricio estava em cima de uma pedra, junto de seu comparsa engenheiro MrC. Ambos estavam buscando alguma forma de infiltrar-se no sistema de Salinho e libertar a todos, mas estava difícil. Sem os equipamentos corretos, ficava muito complicado descriptografar os códigos. Por sorte, MrC não havia recebido uma arma propriamente dita. Recebeu um laptop, com o qual conseguiram acessar a rede do QG principal, após muito esforço. Infelizmente, a fome era algo assolando todos na ilha, aparentemente. Já haviam dado conta do lanche que receberam, os dois dividiram um balde de frango do KFC e um pacote de biscoitos Piraquê.

- Acho que vou tentar. - pronunciou-se Felipe, preparando-se para descer da pedra com a chave de fenda que havia recebido em mãos.

-...Tome cuidado. - disse MrC, enquanto mexia no computador portátil tentando encontrar alguma informação sobre a tornozeleira que usavam. FF se afastou de onde o amigo estava e sentou-se no chão. Segurou o objeto com força, suas mãos suavam... Tinha que dar certo, e também precisava ir devagar. Sem movimentos bruscos... Suspirou fundo, pensou em churrascos e encostou a chave na tornozeleira. Conseguiu remover os 4 parafusos presentes nela, e suspirou aliviado por nada ter ocorrido. Mas, quando foi removê-la... Ouviu um barulho agudo se repetir três vezes. Na terceira...

Restam 12 participantes.
MyAnimeList: https://myanimelist.net/animelist/blor

Me julguem à vontade. Fiz recentemente e deve estar faltando muita coisa, uma pena. :doge:
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Mensagempor Matemática » Seg, 16 Jul 2018, 01:41

Poxa eu atrapalhei a cena mais esperada da fic -q
Me sinto tão badass montado em uma onça com um facão, mas juro que achei que ia morrer para os dois aí com o poder do amor!!!
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Mensagempor Crash10 » Seg, 16 Jul 2018, 02:14

Altos sentimentos contrastantes e cada morte é marcante. Esperando o próximo capítulo.
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Mensagempor Felipe FF » Seg, 16 Jul 2018, 08:11

MÁ p**ra FELIPE FABRICIO QUE QUE CÊ VAI MEXER NA TORNOZELEIRA JUMENTO

tô torcendo pra ter explodido a do MrC por engano

aliás Math melhor personagem tô torcendo pra ele
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Re: [NBBR] - Nintendo Blast: Battle Royale

Mensagempor Gian » Seg, 16 Jul 2018, 09:27

BINA ACEITOU MINHA SUGESTÃO YAY (ou ela já tinha escrito isso antes e eu só dei pitaco mesmo). Já estou esperando alguém voltar dos mortos daqui pro series finale. A propósito, como vai indo Ale e eu?
Math tá dando uma Exterminador do Futuro com Predador. Amando. #TeamMathinho
Estou esperando um dos membros do casal se pronunciarem.
Surpreso do MrC saber codificação (SEM OFENSAS)
Cade o Salinho pra comentar essa obra em sua homenagem?
Qual a trilha sonora dessa série?
Quando esse battle royale vai ter zumbis ou uma pegada Lostiana?
Dá pra colocar uma mansão e um trem no meio da mata, no melhor estilo Resident Evil 0 e 1?

No mais, no aguardo.
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Mensagempor Zuado Pela Vida » Seg, 16 Jul 2018, 10:05

Melhor do que ser ressuscitado e ficar com a cara deformada, só ser vingado brutalmente pela Bina Lee do filme Cão de Briga -q

Já morri e meu shipp já se realizou, por mim pode acabar aí. A MATEMÁTICA NÃO PODE VENCER O PODER DO AMOR!!!!
...mesmo que esteja montada em uma onça.
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Mensagempor Silver Snivy » Seg, 16 Jul 2018, 10:55

nossa senhora,o que ta acontecendo aqui
:frango: You've Found a Super Chicken!!
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Mensagempor MikaelJMuller » Seg, 16 Jul 2018, 16:42

Eu juro que demorei uns 10 minutos para conseguir terminar de ler a minha parte, mas que incrível, nada pode parar o poder do amor.


e eu nunca mais vou conseguir olhar para a cara do Guilherme
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Mensagempor blordello » Seg, 16 Jul 2018, 17:36

Capítulo 5

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA - gargalhava enquanto batia palmas o menino Salinho, de apenas 15 anos. - Muito bom, muito bom... Controlar este jogo é muito mais divertido do que pensei. - dizia em seu QG, monitorando Felipe Fabricio por uma câmera. Haviam várias instaladas por toda a ilha, para que pudesse entreter-se durante esses três dias. Mexeu novamente nos códigos das tornozeleiras, normalizando a que estava presa no curitibano.

FF havia fechado os olhos com força, ficou tão assustado que teve a impressão de que a sua tornozeleira é que tinha explodido. Tinha tampado os ouvidos, também... Abriu os olhos, ofegante. Suava muito, passou a mão sobre a testa oleosa e olhou em volta sem entender nada. Levantou-se tremendo, com todo o cuidado para não esbarrar o instrumento preso em sua perna direita em lugar nenhum. Ao retornar para onde estava antes... Deparou-se com uma mancha de sangue acima da pedra, e também uma tela de laptop quebrada no chão. Respirou fundo e se deu um beliscão, para ter certeza de que aquilo era real. Não sabia se sorria por estar vivo ou se chorava pelo amigo ter morrido. Olhou para seu tornozelo, vendo que ela ainda estava ali... Preferiu não mexer mais, para não passar tal susto novamente. Precisava encontrar outro lugar e se esconder, rápido... Não sabia se conseguiria encontrar outro aliado.

Seguiu caminhando cautelosamente, o que mais temia era encontrar um louco que estivesse disposto a lhe matar a qualquer custo. Levou um susto ao sentir seu pé ser puxado para cima e viu seu mundo ser virado de cabeça para baixo, literalmente. Olhou em volta, assustado e com a respiração acelerada.

- Te peguei, pru. - disse Vits, pulando de cima de uma árvore próxima e encarando Felipe, que estava com os olhos arregalados. - Qual arma recebeu, pru? - mirou a pedra com um estilingue em direção ao rosto dele, ameaçando-o.

- U-Uma chave de fenda. - já estava quase desmaiando com aquele sangue subindo todo para sua cabeça. Vits olhou para o chão e estreitou os olhos, atestando que ele havia dito a verdade. Apontou-a para o rosto de FF, a pressionando contra sua testa. Ele gemeu de dor, sentindo um ferimento se formar.

- Você é engenheiro, não é? Pru. - assentiu, fechando os olhos com força. O aspirante a pomba tratou de desamarrar seus pés, o que fez com que caísse com tudo no chão. Felipe encolheu-se e pôs as duas mãos sobre a cabeça, sentindo dor. - Encontrei algo que pode nos ajudar a escapar, pru. E você vai me ajudar.


Pôde ser escutado um alarme em toda a ilha, todos pararam o que estavam fazendo para ouvir o que viria a seguir.

- Bom dia, companheiros do Nintendo Blast. - disse Salinho. - Estou passando para avisar que alguns bichinhos meus se juntarão à brincadeira de vocês... Eles estão com fome e não tomaram a vacina da raiva. Divirtam-se. - a transmissão foi cortada.

Matheus deixou escapar um "pff". Jogou o pacote de balas Fini vazio para lá, e abriu um sorriso largo. - "Bichinhos, é? O encantador de feras vai domar todos eles." - pensou, e seus olhos ficaram vermelhos. Era esta sua forma final. - Vamos correr. - deu dois tapinhas na cabeça da onça na qual montava, e ela o obedeceu. Bastaram alguns minutos correndo para que avistassem um urso... Mas mesmo com todo o conhecimento da natureza que tinha, nunca havia visto nada igual. Ele era preto e enorme, estremeceu ao vê-lo levantar-se, ficando sobre duas patas.

Suspirou fundo e tomou coragem, indo para cima do animal de tamanho avantajado. Conforme foi se aproximando, a onça pintada começou a tremer, com os olhos arregalados. Deu novamente os dois tapinhas, ouvindo um rugido como resposta. Foi arremessado por ela no chão, que correu para longe ao ver o urso á sua frente abrindo a boca. Matheus gelou na mesma hora, segurando seu facão com força. Chegou a conseguir acertar seu alvo com ele, mas seu ombro esquerdo foi mordido com tamanha força...

Restam 11 participantes.

Após ouvir o comunicado de Salinho, Tonho escalou uma árvore quase que instantaneamente. E nada o tiraria dali, não queria virar lanchinho. Havia pensado de uma forma lógica... Poderia ficar ali, esperando que todos fossem mortos pelos animais, não? E aí... Venceria o jogo, não é? Pensava, encolhido ali e tremendo. Odiava tudo aquilo, toda aquela situação, mas não queria morrer. Doeria perder todos, mas... Perder não era uma opção. Segurava a vassoura que havia recebido como se sua vida dependesse disso, o pote de Nutella estava logo à frente, vazio... Prendeu a respiração quando esbarrou no mesmo sem querer, fazendo com que caísse lá embaixo... Pôde ouvir um latido grosso, o que fez com que desse um pulo de susto. Atreveu-se a olhar para baixo, onde havia algo que parecia um lobo mexendo no potinho vazio. Era só... Não se mexer. Respirou fundo, fechando os olhos.

Ouviu barulhos, como se alguém estivesse subindo a árvore. No desespero, acabou deixando a vassoura cair na cabeça do lobo, que rosnou e começou a pular para tentar subir, o notando ali.

- T-Tonho, tem espaço pra mais um? - disse Zé, dando seu jeito de se equilibrar em um galho. O paulista suspirou aliviado, estava pensando que era outro bicho subindo... Chegou um pouco mais para o lado, deixando espaço para o capixaba instalar-se ali também. Com uma enxada nas costas, sentou-se ali e recostou-se na árvore, cansado. Estava suando, com a respiração acelerada. - Cara... Ele é louco, tem até leões por aí. Estava fugindo de um. - explicou. Tonho apenas estava em silêncio, sentia medo demais para dizer algo...

Sssss...

Zé franziu o cenho ao ouvir um barulho meio estranho, mas não ligou tanto. Fechou os olhos, tentando descansar e relaxar. Os abriu instantaneamente ao sentir uma dor em sua perna, gritando ao notar que havia uma cobra a mordendo. Doía... E como doía. Havia sido próximo à tornozeleira, bateu com a perna no tronco da árvore para tentar tirar o bicho dali, e...

Pi

Pi Pi

Pi Pi Pi...


Restam 9 participantes.

- ...Eu não aguento mais isso. - murmurou Mikael, cansado. Andava junto de Guilherme, estavam procurando comida. Estavam com medo de voltar para o lago onde estavam, no qual haviam peixes de sobra. - Eu era feliz e não sabia... Se pudesse só voltar pra Campinas, nem ia mais reclamar do Félix e... - Guilherme parou de andar.

- Quem é Félix? - perguntou, com uma das sobrancelhas arqueadas. O atibaiano estremeceu, não deveria ter dito isso.
MyAnimeList: https://myanimelist.net/animelist/blor

Me julguem à vontade. Fiz recentemente e deve estar faltando muita coisa, uma pena. :doge:
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Mensagempor Crash10 » Seg, 16 Jul 2018, 17:50

Nossa quanto pouco screentime eu nem tive diálogo :(. Tava esperando uma tradução literal na fic e tal.

Mas bom capítulo, very tenso.
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Por Marcio Mew

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Mensagempor Prinny » Seg, 16 Jul 2018, 18:26

Gente olha só eu na fic!!!!
Achei que minha morte seria um pouquinho mais trágica mas gostei.
E meu deus esse final haushaushauhasuashu
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