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[Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

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[Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Felipe Fabricio em Qui 03 Mar 2016, 16:31



Nossa história começa num tempo distante, há alguns anos atrás. O último jogo lançado de Fire Emblem era New Mystery of the Emblem, para DS. A série já não vinha vendendo bem e esse jogo acabou nem sendo localizado para o Ocidente. O resultado não foi exatamente um sucesso de vendas.

Então a Intelligent Systems, produtora da saga, fez uma resolução - o próximo jogo seria para o 3DS, mas se ele não vendesse bem, seria o fim, e Fire Emblem seria descontinuado. Os produtores colocaram tudo o que eles sempre quiseram no jogo e aí nascia Awakening. O jogo estourou, bateu o recorde de vendas da saga, e até hoje é o segundo jogo mais bem avaliado do portátil.

É claro que a partir daí a série continuou, e Fates é o primeiro a vir desse novo ciclo. O jogo vem com a missão de arrumar tudo o que há de errado com Awakening (e tem coisa), sem perder a essência que conquistou milhares de fãs. Será que ele consegue? Vamos lá.



Bem-vindo à Nohr

"Sorry, Ryoma, but..."

A história de Fates gira em torno dos dois reinos - Hoshido e Nohr - em que o personagem se divide e deve escolher entre um deles. Em Conquest, você vai para Nohr - um reino negro, conhecido pelos métodos brutais e pela pouca misericórdia, governado por seu pai - o Rei Garon.

A ambientação de Nohr é surpreendentemente boa, e a história... Por mais que não seja lá aquelas coisas (não que FE seja conhecido por ter uma boa história), é cativante e te deixa preocupando pelos personagens a cada desafio. Infelizmente, Conquest é o caminho no qual a história foi menos desenvolvida, descartando muitas possibilidades impressionantes que poderiam ser feitas na escolha do "mal caminho".

Ainda assim, os reinos são tão diferentes que é possível ver o contraste entre eles, o que é muito bom, e interessante. Dá pra reparar isso muito bem nas armas, que mudam de nome por reino - Espadas/Katanas, Arcos/Yumis, Facas/Shurikens, etc.

O maior destaque vai para Corrin, que tenta mudar o reino por dentro, tentando deixar de seguir os métodos cruéis aplicados por seu pai e seus assessores, o que desdobra a história inteira. É algo relativamente diferente da história comum de FE, até, mas nada muito brilhante.



Famílias e amigos

"TASTE JUSTICE!"

...Mas se tem algo que Fire Emblem sempre brilhou, e que Fates não faz diferente, são os personagens. Cada personagem é único, divertido, e tem seu momento de brilhar. Se o destaque de Awakening eram as crianças, o destaque de Fates são os Royals. Um destaque meu para a dupla paterna da justiça - Arthur e Percy.

É impressionante como juntos eles formam uma grande (e unida) família, e os Supports ajudam e muito a caracterizar os seus personagens favoritos. Um problema de Awakening continua aqui - muitos Supports são vagos e não introduzem nada para a caracterização do personagem.

Uma das funções mais aclamadas de Awakening faz seu retorno - o casamento entre personagens, via Support S --e ele foi aprimorado, e está melhor ainda, com várias outras funções. Também foi adicionado o Support A+, para personagens de mesmo sexo (não sendo um casamento), mas, decepcionantemente, ele não tem uma conversa.


"I'm growing like a weed!"

As crianças não foram abolidas e estão de volta, sendo até melhor implementadas - o nível delas não é fixo, e acompanha o ponto onde você está na história (por exemplo, meu Siegbert, que nasceu no antepenúltimo capítulo, veio como um Paladin level 16). O único problema delas é a explicação pelo nascimento. Esse deve ser um dos poucos casos em que não explicar nada é melhor do que explicar, porque a história que criaram pra isso foi... Imbecil. Além de te fazer pensar de que os personagens são péssimos pais.

Um dos pontos mais fortes é que agora seu avatar é o personagem principal - Corrin, royal de Hoshido e Nohr. Havia várias críticas dos jogos anteriores que o avatar roubava o spotlight do protagonista, o que foi resolvido com o próprio self-insert de protagonista... O que funciona muito bem! Além disso, foram adicionadas várias interações entre os personagens, sendo a maioria delas por um lugar muito especial.



Fire Emblem Crossing

"What I am 'up to'? Who are you, the Nohrian Inquisition?"

Esse lugar é o My Castle, uma das melhores novidades de Fates. A partir do Capítulo 6, você ganha um castelo pra chamar de seu, e com o uso de pontos chamados DVP (Dragon Vein Points), você pode colocar várias lojas, estabelecimentos e estátuas no seu castelinho, além de dar upgrade nelas.

O Castle é muito bom para se aproximar mais de suas units, por meio da My Room, onde você pode chamar seus aliados pra passar um tempo na sua casa na árvore (sem carinho na cara!), da Hot Spring, um banho público pra você passar o tempo (wut), da Arena, da Mess Hall, ou de vários outros lugares... Ou simplesmente passeando pelos arredores do My Castle!

Além disso, o sistema de upgrades é sensacional - você desbloqueia mais armas para comprar, mais chances na Arena, mais minérios coletados, mais defesa para seu castelo. Falando em defesa, é possível até batalhar no seu castelo ou de outros, sendo um desafio impressionante às vezes. Há até algumas batalhas opcionais na história principal, as Invasions, que dão exp. São três, no total.

Uma coisa engraçada são os acessórios. Você pode dar acessórios para seus personagens e eles o usarão nas in-game cutscenes ou em batalhas. Mas é engraçado quando eles aparecem em algumas cenas - foi difícil levar o discurso do Xander sobre morte, vida e guerra a sério quando ele estava usando um tapa-olho.

Você também pode visitar o castelo das pessoas, dar acessórios, ou até batalhar no seu castelo ou no deles, podendo até pegar skills dos personagens como prêmio pela vitória. É bem interessante.



Planos e estratégias

"You have the devil's own luck!"

E aqui, o ponto central de Fates - o gameplay e a estratégia. Uma das maiores críticas de Awakening foram os mapas, os quais em sua grande maioria eram vazios e que requeriam pouca estratégia - apenas arremesse sua unidade mais forte e veja ela quebrar todo mundo.

E aqui temos, em minha opinião, o ponto mais forte de Conquest.

Cada mapa é único. E de uma maneira incrível, extremamente bem realizada. Você nunca terá o mesmo mapa duas vezes. Cada mapa tem uma gimmick especial que o torna especial e diferente. Há um mapa onde há um boss disfarçado de um dos 4 NPCs e você deve descobrir qual é. Há um mapa com um cara com um staff infinito que modifica seus aliados, bem no centro do mapa. Há um mapa de defender uma área verde contra vários pégasos e inimigos, se utilizando de balistas e armas de longa distância.

É incrível. Cada mapa é mágico e te oferecerá um desafio diferente - e que desafio, porque Conquest não é fácil. Principalmente o mapa final (que, ironicamente, é um dos piores do jogo). O bloqueio do grind é uma estratégia interessante e que remete aos jogos mais antigos (apesar de que ainda é possível, já que as batalhas de My Castle geram support, dá para abrir os capítulos das crianças e treinar neles).

O triângulo das armas foi renovado, e agora inclui também magia, arcos e "armas escondidas" (Shurikens e Facas), além da durabilidade das armas ter sido removida, dando uma nova estratégia ao jogo e te fazendo gastar dinheiro com outras coisas (Leia-se staves. Muitos staves) ao invés de ter que repor armas quebradas, como armas melhores.

Em resumo, Conquest tem um dos melhores gameplays da saga, fazendo jus à estratégia dos jogos antigos. A relação do gameplay com o My Castle é fenomenal, também, e... Enfim, é muito bom. Depois dos mapas terríveis do jogo anterior, Conquest destrói com desafios certeiros e complicados - e lembre-se que se você estiver achando muito difícil, é possível diminuir a dificuldade (mas mesmo na mais fácil é complicado).

O Phoenix e o Casual mode deixam o jogo mais fácil e tranquilo, mas não menos difícil - afinal, nem todos os mapas são "mate o boss", sendo um desafio em mapas de defesa, por exemplo.



Sing with me a song

"You are the ocean's grey waves..."

Um outro ponto onde Fates brilha é na genial Soundtrack. É engraçado como cada rota tem um tom musical - Nohr tem um tom mais celta, por exemplo. A música é muito boa, servindo bem pra cada momento do jogo, e pode ser escutada a qualquer hora na Records Room.

E o destaque, é claro, é pra belíssima Lost in Thoughts All Alone. Tanto Hoshido quanto Nohr possuem a sua versão da música, mas como elas não estão no Youtube por problemas autorais, aqui está a versão de Smash, que usa a letra de Hoshido.


---

Em resumo, Fire Emblem - Fates - Conquest é excelente, e fácil um dos melhores Fire Emblems da saga. Para iniciantes, Birthright é mais recomendado, porém ainda dá pra fazer Conquest ficar mais tranquilo pelos modos Casual e Phoenix.

O jogo é muito bom para quem quer um desafio, com mapas incríveis, personagens cativantes ao máximo, diversos extras no My Castle... O jogo é muito completo e divertido. Para quem quer saber do tempo, levei 51 horas pra zerar, o que é bastante.

Não é necessário uma nota, apenas uma palavra - "Jogue." Se você curte estratégia, está a fim de um desafio ou simplesmente curte casar todo mundo, o jogo é excelente. Atualmente, o preço está um pouco salgado, mas se você puder esperar um pouco até ele abaixar, valerá bastante a pena.

Também dá pra jogar Awakening, que está na casa dos 100 reais, e, apesar de ter menos estratégia, é um jogo muito bom, ou jogar os jogos mais antigos, se você está atrás de um desafio.

(and be ready to tip the scales!)
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Felipe_Vieir4 em Qui 03 Mar 2016, 17:25

"Olha, análise de FE, quem será que escreveu?"
Boa análise, gostei (só prefiro quando são nota, "jogue" é muito vago).
Fire Emblem é um jogo que eu não gosto muito, não tenho paciência me julguem, então nem tenho o que falar, mas parece ser bom para quem gosta
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Lucas_XY em Qui 03 Mar 2016, 17:36

Nunca joguei um jogo da franquia mas essas músicas me despertaram muito a curiosidade pelo jogo! Mesmo nunca tendo jogado, se pegasse Fates seria Conquest, acho que quebrar a cara e a cabeça em um jogo desconhecido seria bom. masoquismo

Concordo com com o Felipe Vieira de que "jogue" é meio vago, mas gostei muito da análise, essas músicas e falas a cada parte  Hah
"Karmado com louvor!"
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Mirieee em Qui 03 Mar 2016, 17:59

Ótima análise! 

Acho que concordo em todos os pontos, só que como não sou lá muito exigente, eu diria que a história do Awakening é boa. Nada fenomenal, lógico, mas boa o suficiente pra eu querer saber no que vai dar.

Como você disse, o ponto forte de FE são os personagens carismáticos. O desafio de estratégia é também muito recompensador. Prefiro jogos de turno, que me dão tempo pra pensar, então FE cai bem no meu gosto.
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por vits em Qui 03 Mar 2016, 19:46

Acho super válido confiar na análise do FF para um jogo de Fire Emblem, não é como se ele estivesse disposto a vender o corpo dele em troca de um novo lançamento da franquia. Laughing

Boa análise champz.
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por baka.san em Qui 03 Mar 2016, 20:19

hahaha
Otima analise, muito boa.
O jogo está muito bom, e sem duvida melhor que o awakening.
pra quem reclamava q o sucessor estava facil demais, deve estar sofrendo com o conquest

agora so aguardar o revelation, que deve estar muito bom.

e quem sabe, nao vemos um FE de verdade nos consoles de mesa da nintendo novamente.

Diferente da nota da analise, dou um 8 pro jogo 
:v
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Zuado Pela Vida em Qui 03 Mar 2016, 20:50

O que dizer de FF e seus tópicos? I love you

Eu só estou esperando alguma promoção para poder pegar essa delícia de jogo. Enquanto isso eu ainda estou tentando me decidir qual versão pegar primeiro, ambas possuem o mesmo número de personagens que me cativaram à primeira vista.

Você ou alguém (@Wind?) irá fazer a analise de Birthright? Com certeza vai me ajudar na escolha Razz 
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Wind Ice em Qui 03 Mar 2016, 23:18

Poxa, FF, excelente análise. E foi como você disse. Se a história ficou meio aquém, na parte da mecânica, Fates ficou excelente (e não só em Nohr, posso dizer).

@Zuado Pela Vida : Eu posso até pensar hein... Vamos ver se eu consigo zerar esse fim de semana. Faculdade tá apertando.
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Mazzina em Qui 03 Mar 2016, 23:51

Caramba, grande análise. Me dá cada vez mais vontade de jogar. Mão tá até coçando pra comprar (embora eu nem saiba se eu tenho grana o suficiente hue).

aaaaa semestre, acaba logo....
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Silver Snivy em Sex 04 Mar 2016, 01:00

agora so falta mais duas rotas inteiras pra voce analisar 
Gomez
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Felipe Fabricio em Sex 04 Mar 2016, 18:20

Poxa, tão feliz que vocês gostaram da análise *-*

Eu não gosto muito de dar nota (fiz a mesma coisa na análise de Mother 3 qq) porque... Não sei. Nota é muito subjetivo. Mas, verdade, "Jogue" não ficou tão legal.

Não vou fazer uma de Birthright porque não vou jogar ele tão cedo, mas dia 10 já lança Revelation e eu vejo se eu faço uma quando zerar QQ

O problema é que talvez ficasse muito similar à essa...
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por rafagamer em Seg 27 Jun 2016, 02:10

Gente, manda aí uma luz, por favor! 

Nunca joguei a série, não sou muito fã de Turn-Base Strategy, mas gosto muito dos personagens (obviamente por causa de smash) e realmente quero dar uma chance a ela. Que jogo recomendam começar: Birthright, Conquest ou Awaking? Vou comprar via eshop e o preço é basicamente o mesmo, então vou no que for mais recomendado. 

Outra coisa: tem continuidade (Fates e Awaking)? Vou perder algo se não jogar na sequência? 

Última: Eu vi que no caso de Fates da pra comprar um jogo e obter desconto in game para pegar o outro por 20 dólares aproximadamente, mesmo preço do Revelations. Ele fica instalado como jogo independente na tela inicial ou é apenas uma continuação ingame?

Valeu
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por Zuado Pela Vida em Seg 27 Jun 2016, 03:49

@rafagamer escreveu:Gente, manda aí uma luz, por favor! 

Nunca joguei a série, não sou muito fã de Turn-Base Strategy, mas gosto muito dos personagens (obviamente por causa de smash) e realmente quero dar uma chance a ela. Que jogo recomendam começar: Birthright, Conquest ou Awaking? Vou comprar via eshop e o preço é basicamente o mesmo, então vou no que for mais recomendado. 

Outra coisa: tem continuidade (Fates e Awaking)? Vou perder algo se não jogar na sequência? 

Última: Eu vi que no caso de Fates da pra comprar um jogo e obter desconto in game para pegar o outro por 20 dólares aproximadamente, mesmo preço do Revelations. Ele fica instalado como jogo independente na tela inicial ou é apenas uma continuação ingame?

Valeu
Respondendo na ordem:


1) Qual jogo pegar?
Já que é sua primeira vez jogando um jogo da franquia eu recomendo você pegar primeiro o Awakening ou Birthright que são mais "amigáveis" aos novatos sendo mais fáceis mas sem perder totalmente a dificuldade característica da franquia FE.

2) Fates é continuidade de Awakening? Perderei algo se começar por Fates?
Não e... basicamente não. Os dois jogos se passam em tempos diferentes, lugares diferentes. A única coisa que você pode deixar passar é uma ou outra referência sobre Awakening envolvendo certos personagens, mas nada que afete a história, são só breves diálogos envolvendo alguns personagens mesmo.

3) A instalação da segunda e terceira "versão" de Fates é independente na tela inicial ou apenas uma continuação in-game?
Na tela de menu inicial do 3DS mostrará apenas o primeiro jogo que você comprar, as outras ficam salvas como se fosse uma espécie de DLC. Durante certo momento no jogo (capítulo 6 se não me engano) você terá que escolher entre 1 dos 3 caminhos e ai você escolhe o que for referente à versão comprada. Na tela inicial do jogo você também pode selecionar qual das 3 versões quer jogar por meio da opção "Branch of Fate".

Boa sorte e espero ter ajudado Razz
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Re: [Análise] Fire Emblem - Fates - Conquest

Mensagem por rafagamer em Seg 27 Jun 2016, 11:38

Valeu!
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